Após confirmar jogo-treino e dia do clássico, Tupi projeta elenco com 27 jogadores

Tupi: jogadores reunidos na atividade em Santa Terezinha

Depois de anunciar o primeiro jogo-treino da temporada sábado, dia 16, contra o Olaria, do Rio de Janeiro (às 15h, no estádio Salles Oliveira), e da confirmação da mudança da data do clássico contra o Tupynambás (do dia 30 de abril, sábado, para 1º de maio, domingo, 11h), pela segunda rodada do Módulo 2 do Campeonato Mineiro, agora o Tupi tenta fechar o elenco para a estreia na competição. O primeiro jogo está marcado para dia 27, contra o Ipatinga, no campo do adversário, às 19h30.

De acordo com informações enviadas pelo Tupi em resposta ao Toque de Bola nesta terça-feira, dia 12, “atletas certos (para o Módulo 2) podemos considerar 27, porém uns três ainda com pendências nas suas respectivas federações. O clube anunciou 15 atletas oficialmente, mais dois devem estar ser anunciados em breve pois estavam em disputa por outros clubes. Demais atletas ainda não anunciados são jovens que já estavam no clube na última temporada ou aqueles que passaram na avaliação”, explica a assessoria alvinegra.

Questionado sobre qual o número de jogadores que Comissão Técnica e dirigentes consideram ideal, o clube avalia que seja mesmo entre 27 e 28 atletas, lembrando que até 35 atletas podem ser inscritos, o que poderá feito posteriormente. De acordo com o Tupi, no regulamento deste ano “não existe prazo, os contratos poderão ser registrados durante toda a competição, com o número máximo de 35 atletas respeitado. Para a estreia, que o clube deverá ter um número mínimo de sete atletas regulares inscritos, se não está eliminado da competição.

  “Cabeça boa”  

O treinador Ademir Fonseca declarou, recentemente, que “na parte de conjunto ainda estão chegando jogadores, o entrosamento vai acontecendo, acho que nem no dia da estreia vai ser o ideal, vai ser adquirido durante os jogos que virão”. Para ele, “o interessante é que os jogadores estejam bem inseridos no trabalho, com a cabeça boa, com muita disposição em dar o seu melhor e atingir sua melhor performance. Em relação ao modelo de jogo, a gente precisa entender que não há um modelo de jogo definido já que hoje as pessoas usam cada um uma forma de passar para a imprensa, ou seja, fala uma coisa e joga outra coisa. Nós temos um modo de pensar, nós temos um modelo de jogo sem definir uma formação ideal porque ela varia muito durante os 90 minutos”.

Ademir ressalta “parte física” e “inteligência”

“O time dentro da competição, principalmente no módulo 2, um campeonato que tem muita pegada, é um jogo muito disputado na parte física. A gente precisa ser uma equipe muito inteligente porque o tempo nosso é muito curto. A gente precisa ter a bola para poder jogar e agredir o adversário, por isso, varia em um 4-3-3, 4-4-2, 3-5-2, 3-4-3. Sem a bola, nós temos que ter uma forma de jogar sempre atrás da linha da bola para não deixar o adversário ter liberdade de entrar no nosso setor e gerar perigo ao nosso gol. Sem a bola, nós temos que ser uma equipe agressiva, determinada e recuperada o mais rápido possível. Então, fica muito difícil dizer qual o ideal, a gente pensa em uma equipe que sem a posse da bola marca muito forte e com a bola uma equipe que propõe jogo.”

Texto: Toque de Bola

Foto: Tiago Castilho | Tupi FC

Ivan Elias

Ivan Elias, associado do Panathlon Club de Juiz de Fora, é jornalista, formado em Comunicação Social pela UFJF. Trabalhou por mais de 11 anos no Sistema Solar de Comunicação (Rádio Solar e jornal Tribuna de Minas), em Juiz de Fora. Já foi freelancer da Folha de S. Paulo, atuou como produtor de matérias de TV e em 2007 e 2008 “defendeu” o Tupi, na Bancada Democrática do Alterosa Esporte, da TV Alterosa (SBT-Minas). É filiado à Associação Mineira de Cronistas Esportivos (AMCE) e Associação Brasileira de Cronistas Esportivos (Abrace).

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