JF Vôlei abre as contas

  Paralelamente ao lançamento da nova parceira com o Sesi-JF/Fiemg, o JF Vôlei apresentou sua prestação de contas da temporada 2018/2019 (confira os números abaixo).

A prestação de contas do JF Vôlei

  Responsável por apresentar os números, o supervisor do time local, Heglison Toledo resumiu o resultado financeiro do ano. “Fechamos no azul. Mas precisamos recorrer a empréstimos bancários para manter nosso fluxo de caixa. Terminamos bem a temporada 2018/2019, e abrimos a 2019/2020 já com um fluxo e respirando um pouco melhor. 

Núcleos e competições

  Toledo também destacou o pontapé inicial dos núcleos sociais do JF Vôlei, através de captação pela legislação de fomento de Minas Gerais. “A temporada marcou o início da execução do projeto da Lei de Incentivo Estadual, através do ICMS, com apoio da Acelor Mittal e do Laboratório Melpoejo. Com isso, pudemos implantar núcleos esportivos de cunho social na cidade, atendendo em torno de 120 crianças Fizemos a copa scolar, os festivais e o torneio de mini-vôlei. Tudo associado aos nossos núcleos de projetos sociais da Lei Estadual.”, explicou. 

Toledo (esq), com José Eduardo Bara, apresentou as contas

  O supervisor ressaltou também o desempenho e as promoções da equipe profisional. “Tivemos um bom resultado técnico, dentro do esperado. Participamos do Campeonato Mineiro e do Carioca. Realizamos e fomos campeões da primeira Copa da Amizade, em 2018, e vice-campeões da Copa Trade. Finalizamos com o quinto lugar na Superliga B. Estamos há 12 anos disputando a competição nacional e isso nos orgulha muito”, afirmou Toledo.

Nova etapa

  A nova parceria da equipe local com o Sesi, segundo Heglison, entra em um contexto planejado há anos. “Em 2015, fizemos uma reconstrução do mapa estratégico do JF Vôlei. Viemos avaliando e consolidando com o passar dos ano, até 2018, com a consolidação do marco 2 da iniciativa. Agora, estamos na fase de estruturação da terceira fase do projeto. Como planejado em 2015”, contou.

Maurício apontou uso da base como alívio para o caixa

  O diretor técnico da equipe juiz-forana, Maurício Bara, explica como a parceria com o Sesi pode impactar nas finanças. “Nos últimos anos, tivemos dificuldades para manter a equipe profissional. Já viemos buscando trabalhar as categorias de base e encontramos um parceiro para que a gente sistematize todos o processo. De preferência que tenhamos equipes dos 12 aos 20 anos. No futuro, podemos usar esses jogadores como base e realocar recursos para qualificar o elenco profissional.”

Luta contínua

  Bara destaca que, por conta das dificuldades financeiras dos últimos anos, a abordagem da equipe profissional pode ser alterada. “Não estamos abandonando a categoria adulto. Ela é importante, até mesmo no sentido de ser espelho para os garotos. Mas temos que ver isso com muito critério, em função de todos os tropeços que tivemos, não dentro de quadra, mas fora dela, nos últimos anos.”

Abordagem da equipe profissional deve ser alterada

  Paralelamente, a busca de novos parceiros e da manutenção dos atuais segue para o JF Vôlei manter suas atividades. “Estamos sempre em busca de parceiros para manter o projeto pulsando. Também procuramos manter nossa credibilidade com os atuais apoiadores, através de planejamento e governança corporativa, traduzida como prestação de contas que apresentados”, destacou Toledo.

Texto: Toque de Bola – Wallace Mattos

Fotos: divulgação/JF Vôlei

Arte: reprodução balanço JF Vôlei

 

 

 

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