Aquecendo! JF Vôlei recebe oponentes da Superliga B em torneio

Participantes do torneio

  O público de Juiz de Fora vai poder ter um gostinho de como será a Superliga B 2019, ainda este ano. A partir da terça,dia 18, o Ginásio da Faculdade de Educação Física e Desportos (Faefid) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) vai receber a Copa Trade. O torneio terá o JF Vôlei, o São José dos Campos e Botafogo, três dos oito integrantes da Segunda Divisão do vôlei nacional.

  Todos os jogos estão marcados para começar às 19h30, e o ordem dos confrontos já está definida. Na terça, JF Vôlei x São José dos Campos abre a disputa. No dia seguinte é a vez de Botafogo x São José. Na quinta, dia 20, juiz-foranos e botafoguenses fecham o torneio. Preços de ingressos e pontos de venda dos bilhetes ainda serão divulgados pela organização.

Desafios

  Na reta final de preparação para a Superliaga B, na qual estreia no dia 26 de janeiro de 2019, contra o Anápolis, fora de casa, o JF Vôlei quer saber exatamente como está em relação aos adversários.Por isso promove o torneio. “Estamos com dificuldade grandes de jogos por que nossos adversários tradicionais estão jogando a Superliga. Fica difícil enfrentar Sada, Minas, Sesc do Rio. Temos feito amistosos com equipes amadoras, muito válidos, mas temos que ter a real dimensão de como estamos”, explica o diretor técnico, Maurício Bara.

  Segundo o dirigente, a intenção é ter uma noção precisa de como está o JF Vôlei para o começo da competição nacional. “Ointuito é jogar, ter uma dimensão boa de quem são nossos adversários. Já nos conhecemos, mas enfrentando mano a mano para poder traçar os rumos. Para poder,ganhando ou perdendo, saber o que nós temos que fazer para chegar lá, no primeiro momento da Superliga B, da melhor forma possível”, deseja Bara.

Superliga B

JF Vôlei estreia fora de casa na Superliga B

  No lançamento oficial da equipe para a Superliga B, na segunda, dia 10, Bara previu uma competição equilibrada. “A Superliga fica quase que concentrada em quatro estados. Na B, são oito equipes de sete estados. O único que repete é Minas, quem tem nós e o Lavras. Deve sera Superliga B mais equilibrada de todos os tempos, com diferença mínima entre o primeiro e o sexto colocados”, projeta.

  Maurício também falou sobre cada oponente. “O Botafogo, é tradicional equipe do Rio. Blumenau, fez a final da Liga Nacional conosco em 2011, quando subimos. Anápolis, que era o Monte Cristo, foi assumido pelo Dante. A UPIS que é tradicionalíssima no meio universitário e jogou a seletiva conosco aqui há três anos. APAB, que nada mais é do que Canoas, que não caiu na quadra, mas teve que se rebaixar por questões financeiras. São José, um adversário histórico em nossa trajetória. E Lavras, cuja parceira com o Cruzeiro que existia aqui, atualmente se transferiu para lá”, avaliou.

Crítica

  Bara também aproveitou o evento para criticar o número de jogos em casa que a equipe local fará. “Faço uma crítica ao modelo adotado. Nós, apesar de termos caído da Superliga, entendíamos que teríamos o direito a fazer quatro jogos em casa e três fora. Mas um acordo desde o ano passado diz que as equipes remanescentes na B teriam esse direito, infelizmente”, lamentou.

  Os oito times da Superliga – além do JF Vôlei, Botafogo-RJ, UPIS-DF, São José Vôlei-SP,  Lavras Vôlei-MG, Monte Cristo-GO, APAB/Canoas-RS e Blumenau-SC – jogam em turno único entre si. Todos avançam para as quartas de final, com os confrontos definidos em cruzamento olímpico (1º contra o 8º;  2º contra 7º; 3º contra 6º; e 4º contra 5º). As quartas e as semifinais serão disputadas em série melhor de três partidas. Agrande final está prevista para o dia 14 de abril de 2019. Assim como na edição anterior, os dois primeiros colocados garantem acesso à elite do voleibol brasileiro na temporada 2019/2020.

Casa cheia

  Na nova competição, o desejo do JF Vôlei é sempre casa cheia. “Vamos fazer de tudo para incentivar a torcida para ir para dentro do ginásio. Ter sempre muita gente, com preços baixos de ingresso,promoções e ações antes e durante os jogos. A Superliga B é diferente da A. A torcida vai se emocionar a cada jogo. Tivemos várias emoções na disputa da Superliga, mas quando você joga com um time grande, às vezes consegue igualar,mas na maioria das vezes não. Agora não. A incerteza se vai ganhar, perder ou ir para tie break vai ser o tempo inteiro. Isso gera emoção, e o público gosta de emoção. Vai ser divertido”

Texto: Toque de Bola – Wallace Mattos

Arte e foto: Facebook JF Vôlei 

Deixe seu comentário