23 out 2018

Campeonato Mineiro mantém fórmula e tem VAR a partir das semi



 

Dirigentes da Federação e dos clubes estiveram reunidos na sede da entidade na tarde desta terça-feira, dia 21

  O VAR, popularmente conhecido como árbitro de vídeo, será uma das poucas novidades no Campeonato Mineiro de 2019 (utilização prevista somente das semifinais em diante) em comparação com o Estadual deste ano.

  Federação Mineira de Futebol e dirigentes dos clubes reuniram-se na tarde desta terça-feira, dia 21, na sede da entidade, e foi mantida a fórmula de disputa, classificando-se oito equipes para as quartas-de-final. Os dois times com pior pontuação ao final do turno inicial serão automaticamente rebaixados.

  De acordo com a Federação, representaram os clubes:  Marcos Salum, América; Lucas Ottoni, Atlético; Beneci Queiroz, Cruzeiro; Nicanor Pires, Tupi; Lane Gaviolle, Tombense; Juliano Rocha, URT; Alberto Simão, Tupynambás; Vinícius Morais, Guarani; Pedro Henrique, Villa Nova; Sérgio Lemos, Caldense; Maurício Cunha, CAP; Rildo Moraes, Boa.

  Simão repercute

  Segundo o gerente de futebol e representante do Baeta, Alberto Simão, o encontro saiu dentro do esperado. “Tivemos a manutenção da fórmula de disputa, como manda o Estatuto do Torcedor. Avançamos em alguns aspectos como o uso do VAR, e a possibilidade de realização de partidas da competição fora do país com a concordância de ambos os clubes, por exemplo”, considera.

     A tabela básica do Mineiro 2019 ainda não foi divulgada, mas a proposta do Baeta para o clássico Tu-Tu está na mesa. “Conversamos sobre o jogo e nossa sugestão é que a gente faça um contrato de dois anos (cada equipe seria o mandante em uma das temporadas) e administremos o confronto juntos. Dividindo os custos e a renda das partidas conjuntamente, assim como trabalharíamos a promoção do clássico”, deseja Alberto.

 Datas e fórmula

  O Campeonato Mineiro 2019 começa no dia 19 de janeiro e termina em 21 de abril. A fórmula da última edição será mantida da última temporada. As equipes jogam entre si, em partidas de ida. As oito melhores colocadas estarão classificadas para as quartas de finais, que serão disputadas em partida única, com vantagem para os quatro melhores colocados jogarem em casa. Em caso de empate, a partida vai para os pênaltis.  A partir das quartas de finais, a capacidade mínima do estádio deverá ser de 10 mil espectadores.

  A partir da semifinal, as partidas serão de ida e volta, com a segunda partida na casa da equipe de melhor campanha, também sem vantagens de gols. O Baeta observa que “este regulamento, implementado na atual temporada, indicou uma melhora de público de quase 400% sobre a temporada 2017”.

   Para o Estadual, ficou definido que não haverá data limite para inscrição de jogadores no campeonato. Simão, de acordo com a assessoria do Tupynambás, “ainda tentou recalcular a verba da competição, recebendo, inclusive, ajuda de representantes do Boa Esporte, Guarani de Divinópolis e Tombense, mas sem sucesso.”

  VAR “na faixa”

  A tecnologia (árbitro de vídeo) será bancada pela federação, e a homologação dos estádios será de responsabilidade dos clubes que estiverem envolvidos nas partidas. “Temos como grande novidade o uso do VAR. Foi uma reunião muito democrática, e mais um vez prevaleceu a vontade dos clubes. A FMF fez uma sugestão para que utilizássemos no nosso campeonato, nas fases semifinal e final, o árbitro de vídeo, e foi uma proposta aceita por unanimidade. Este ano será um benefício, cujos custos serão arcados pela FMF, e que nós acreditamos que traz mais transparência e segurança ao campeonato”, disse Adriano Aro, presidente da FMF.

 Valores

  O dirigente ainda esclareceu que a federação já está negociando com as empresas que prestam o serviço. “Já temos as propostas, já está tudo bem encaminhado. Solicitamos à CBF que disponibilize os profissionais para as fases semifinais e finais, e já foi sinalizado positivamente”, frisou, adiantando o valor do uso da tecnologia. “Algo em torno de R$ 35 mil a R$ 40 mil.”

  Árbitros homologados
 
  Para Giuliano Bozzano, presidente da Comissão de Arbitragem da FMF, “o VAR tem uma série de requisitos que devem ser cumpridos e um deles é só trabalhar com árbitros homologados, e a responsável pela homologação é a CBF. Então ficamos sujeitos à CBF para que só árbitros homologados por ela trabalhem”.

Texto: Toque de Bola, com informações da Federação Mineira de Futebol, do Tupynambás e do site Superesportes

Fotos: FMF


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