Breno Resende é bruto

Conseguir sucesso no IOR nunca é fácil. Imagine estar entre os melhores, tanto entre carros como entre as motos. Esse é o caso de Breno Resende, participante da prova desde 2002. Navegador de elite, com quatro pódios nas trilhas entre Juiz de Fora e Lima Duarte nos carros, migrou para as motos e, em 2017, venceu a categoria Sênior.

Esse ano, Breno vai se testar contra os principais pilotos de enduro do Brasil, na divisão Master do IOR e quer manter o nível alto de participações. “A expectativa é maior por estar andando no meio dos melhores do país. Almejar algum resultado é uma situação bem mais complicada. Mas, estando em casa, quem sabe um pódio cai do céu”, projeta.

Comparando

As experiências de Breno mostraram a ele as diferenças da prova entre os dois veículos. “Na moto você se diverte mais. Adianta, atrasa, cai, levanta, passa em atoleiros, enfim, é você com você. Nos carros, você depende do piloto ou navegador, dependendo da função, muita sorte e muita habilidade. Para ganhar uma corrida está bem mais difícil”, explica.

Mesmo com as diferenças entre carros e motos, o carinho pela prova é sempre o mesmo. “Sou suspeito para falar do IOR. Corro pelo Brasil inteiro, sempre esperando quando o Ibitipoca vai chegar. A organização é sempre um show e isso reflete na quantidade de participantes em ambos os veículos”, garante.


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