Tenerê que ficou na saudade….

POR: João “Banana” Miguel – só não participou de “um ou dois” Ibitipoca

“Sei de umas histórias interessantes, principalmente porque fazemos o rango todo, no Tineca (amigo do Manoel), onde acontecem os eventos de fim de noite e onde a turma se junta. Durante muitos anos fiz PC (posto de controle). O que, com a modernização e a introdução do GPS, morreu. Para minha infelicidade!.
Usava uma Teneré do Manoel, que ele confiava a mim porque eu tinha responsabilidade e chegaria onde ele queria. O Thiago (Rezende, organizador do Ibitipoca e filho do Manoel), estava atrás de mim e decidi deixar a moto (com a chave na ignição) embaixo no pasto, antes de subir para fazer um PC, para agilizar a volta.. Quando voltei, cadê a chave?
O Thiago tinha ido lá para cima com a chave, dizendo que ela não poderia ficar na moto, mesmo no meio do mato. Quando chegamos de volta no lugar que ela estava, a chave não havia aparecido ainda. Pensei: ‘caramba, tenho que fazer um PC longe agora’. Peguei carona com os jipes, mas, chegando em Juiz de Fora, informei que a moto havia ficado no pasto. Mas a recuperamos depois, no dia de limpeza de trilhas.
A história ficou famosa que o João Banana perdeu a chave, a moto e tal. Mas, nesse um ou dois anos que não fui, a moto ficou com outra pessoa para fazer PC. Mas ele fez pior que eu. Colocou a moto com a chave, por esquecimento ou não sei o motivo, do lado da estrada. No sentido Caxambu. Conclusão: alguém levou a moto. Alguns anos depois, o Thiago me contou que o Manoel iria me dar a moto de presente.

Enfim!. Foi triste o fim da Teneré. E eu fiquei sem ela e chateado!”.


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