Perrengues e mais perrengues….

POR: Breno Resende – Participa do IOR desde 2002 (8 participações em carros e seis em motos)

“São muitas as histórias que vivi no Ibitipoca, mas a mais engraçada foi quando corri de moto, uma CRF 230, em 2010. Chegando no neutro de domingo, em Lima Duarte, já na volta para Juiz de Fora, percebi que tinha amassado o pedal do freio traseiro.

Não tive dúvida, fui à borracharia que tem no posto e pedi uma marreta aos mecânicos de lá. A intenção era desamassar o pedal e seguir em frente na prova, tudo planejado na minha cabeça. Mas o que aconteceu não foi bem o que eu esperava, e acabou me dando mais trabalho.

Por conta do cansaço talvez, não sei, que estava maior do que a força,  ao invés de dar uma marretada no pedal de freio, acertei a tampa do motor da moto. Ela rachou, obviamente. Então, a decisão era abandonar ou seguir.

Tive que vir de Lima Duarte a Juiz de Fora colocando óleo no motor da moto com a tampa rachada. Vazou para todo lado. No fim, não sabia o que era motor ou o que era bota, de tanto óleo que tinha. Acho que até mais na bota do que no motor mesmo. Mas não desisti. Completei a prova e não abandonei.”  


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