22 jun 2018

Fala, professor! Condé e Nascif veem triunfo brasileiro sofrido e merecido



Condé destacou a entrada de Douglas Costa

  Como todo brasileiro apaixonado por futebol, os treinadores locais também ficaram grudados na televisão nessa sexta, dia 22, para acompanhar o segundo jogo do Brasil na Copa do Mundo.

  Na dividida entre da paixão pelo Brasil e do profissionalismo, afinal de contas não só de torcer vivem os professores quando estão acompanhando um jogo dos comandados de Tite, Léo Condé e Alex Nascif ficaram ligados em aspectos diferentes da partida.

  O Toque de Bola pegou as impressões de ambos, que ajudam a entender por onde passou a vitória da Seleção.

Jogo duro, mas bom

  Formado e com várias passagens pelo comando técnico do Tupi, o atual técnico do Botafogo de Ribeirão Preto (SP), Léo Condé, acredita que o Brasil mereceu vencer. “Foi merecido. Mas talvez pudesse ser menos sofrido. A Copa vem mostrando essa dificuldade, com as grandes seleções passando por maus bocados. Alias, até o pré-Copa. Só de ficar de fora uma Itália e uma Holanda”, lembra.

Condé dirige Botafogo-SP

  Para Condé, a marcação dificultou as ações brasileiras, e a entrada de dois jogadores foi fundamental. “O Brasil fez um bom jogo, principalmente no segundo tempo. A Costa Rica marcou em uma linha de cinco e depois outra de quatro. Impôs dificuldade. Depois da entrada do Douglas Costa, teve o drible pelos dois lados. A seleção começou a envolver, criar situações. A entrada do Firmino quebrou a sobra. Foram importantes”, destaca o técnico, que acredita em um crescimento brasileiro. “Ganha confiança, e a tendência é fazer uma Copa mais tranquila”, finaliza.

Concentração evoluindo

 

Alex Nascif é o treinador do time sub-17 da UFJF/Asepel

Foramado na cidade, o ex-auxiliar ténico de Tupi e Tupinambás, Alex Nascif, se especializou em Viçosa e na UFJF, fez estágio no Roma da Itália e se formou treinador nível A pela CBF.

  Hoje trabalhando com garotos do sub-17 da UFJF/Asepel, o professor ficou atento a outros aspectos da partida que não a parte tática em si.

  Nascif viu evolução e acredita que essa é a tendência no time de Tite. “Do primeiro jogo para o segundo, achei o time mais concentrado, focado e reativo. Após a perda da posse, já tinham dois, três jogadores na pressão. No segundo tempo, o Brasil foi muito mais intenso. Comportamento menos ansioso. A equipe tende a evoluir e voltar a ser a Seleção do fim da Eliminatórias, com concentração, organização e competitividade”, acredita.

Texto: Toque de Bola – Wallace Mattos

Fotos: Facebook FIFA World Cup


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