Sábado no Brasileirão: Palmeiras reage, Vasco vence e Galo só empata

Qual terá sido a providência mágica que o treinador Gilson Kleina implantou no Palmeiras? O novo técnico conseguiu, em sua segunda partida como comandante alviverde, a segunda vitória, em circunstâncias bem parecidas com a primeira. Se contra o Figueirense, no dia 22, foram dois gols logo no início, desta vez, diante da Ponte Preta, também. E em outra feliz coincidência para o Verde, Marcos Assunção definiu a vitória ao marcar o terceiro gol.

Palmeiras 3×0 Ponte Preta, no Pacaembu, foi uma das cinco partidas que abriram a 27ª rodada do Brasileirão na noite deste sábado, 29. O argentino Barcos marcou os primeiros gols, aos 11, depois de falta cobrada da direita, e 14 minutos, em jogada de Maicon Leite, da etapa inicial. No segundo tempo, além do gol de Marcos Assunção, o time de Kleina ainda acertou duas vezes a trave da Macaca, que pouco ameaçou.

Diante de sua ex-equipe, o técnico do Palmeiras, Gilson Kleina, conseguiu sua segunda vitória em dois jogos no time do Palestra Itália. O alviverde atinge também um feito inédito nesta edição do Brasileiro, já que não tinha dois triunfos seguidos na competição até aqui.

O Palmeiras volta a campo nesta terça-feira pela Copa Sul-Americana, onde joga novamente no Pacaembu, contra o Millonarios-COL no duelo de ida das oitavas de final do torneio.

Galo empata com a Lusa: 1 a 1

O vice-líder Atlético Mineiro segue sem conseguir vencer no returno. Empatou com a Portuguesa de Desportos em 1 a 1 no Canindé, em São Paulo. Os gols foram marcados no segundo tempo por Léo Silva, para a Lusa, e Berrnard empatando. Aos 24 da etapa final, o zagueiro Leonardo Silva recebeu o segundo cartão amarelo e o vermelho, tornando dramáticos os minutos finais, quando os anfitriões forçaram Victor a praticar grandes defesas. A diferença do Galo para o Flu, líder, neste sábado, é de três pontos.

Vasco vence e quebra tabu

Em São Januário, o treinador Marcelo Oliveira comemorou sua primeira vitória no comando do Vasco: 3 a 1 sobre o Figueirense. A vitória acabou com o jejum de seis anos (dez jogos) sem superar o time catarinense. Os visitantes saíram na frente, em contra-ataque “a 300 quilômetros por hora”. Caio saiu de seu campo e concluiu diante de Ferrnando Prass. O empate veio com Luan, ainda no primeiro tempo, após boa jogada de Felipe e Juninho. Na etapa final, Tenório, de cabeça, e Juninho decretaram os 3 a 1 como placar final, assegurando a quarta colocação para os cruz-maltinos e mantendo o Figueira em situação desesperadora, na luta contra o rebaixamento. Com o resultado, o time cruz-maltino não pode mais ser alcançado nesta rodada pelo quinto colocado, o São Paulo, que tem 42 pontos e enfrenta o Coritiba, neste domingo.

Cruzeiro e Inter: 0 a 0

Em Varginha – local em que o Cruzeiro sedia seus jogos após ter perdido o mando de campo por incidentes em Cruzeiro 2×2 Atlético-MG em BH, a Raposa ficou no 0 a 0 com o Internacional. Os dois times tiveram várias chances de marcar, mas os goleiros Fábio e Muriel foram muito bem. Quem não agradou foi o árbitro Paulo César Oliveira. Logo no início do jogo, após marcar um pênalti, o árbitro, corretamente, anulou a primeira cobrança de Borges, já que vários jogadores, das duas equipes, invadiram a área. Porém, na segunda batida, o atacante celeste chutou para fora, mas alguns atletas do Inter também invadiram a área. O árbitro mandou seguir. Os jogadores do Cruzeiro reclamaram também de um pênalti não marcado, no segundo tempo, quando Lucas Limas tocou a mão na bola, dentro da área.

Náutico vence, e protesto contra arbitragem atrasa o jogo

No Recife, o Náutico fez 2 a 0 sobre o lanterna Atlético-GO, gols marcados ainda no primeiro tempo, por Kieza. Mais do que a vitória, um fator extra-campo chamou a atenção.A torcida do Náutico decidiu fazer um protesto contra a arbitragem e levou uma faixa com os dizeres: “Não vão nos derrubar no apito”. No entanto, antes de a bola rolar, o árbitro Leandro Pedro Vuaden pediu sua retirada para poder iniciar a partida. A torcida resistiu e só decidiu acabar com o protesto quando os jogadores do Náutico foram junto ao alambrado pedir pela retirada a faixa. Além de um pênalti não marcado na partida contra o Fluminense, o Timbu chegou a questionar a CBF sobre dois gols de Araújo que foram anulados contra o Inter e o Vasco. Vuaden só iniciou o jogo com 18 minutos de atraso.

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