Fantasmas do Mineirão exaltam os novos campeões carijós e comentam saída de Drubscky. Ouça

Juiz de Fora (MG), 27 de novembro de 2011

 

Geraldo Magela lembra que time campeão tem jogadores formados na cidade

Dois nomes fundamentais do time do Tupi que encantou o estado na década de 60, ficou conhecido como Fantasma do Mineirão e serviu de teste até para a seleção brasileira que disputou a Copa do Mundo de 1966, estavam em meio à badalação aos jogadores do elenco campeões brasileiros da Série D, na terça-feira, 22, em Santa Terezinha. Geraldo Magela Tavares, o treinador que montou o “Fantasma”, e João Pires, o ponta-direita, saudaram a nova geração que faz história no clube, quase 50 anos depois.

João Pires chega até a comparar o estilo de jogo das duas equipes.  “Esse time de hoje tem uma personalidade formada, como aquele, um pouco no mesmo estilo.” Magela não gosta muito de fazer comparações. “Foi uma emoção muito grande, o Tupi ressurge das cinzas, com vários jogadores formados em Juiz de Fora, é um time que não se afoba, mas eu não gosto de comparar, são épocas totalmente diferentes”, afirma Magela, hoje presidente do Conselho Deliberativo alvinegro.

A saída do técnico Ricardo Drubscky também foi analisada. “O Tupi é grande, da forma como buscou o Drubscky vai conseguir novamente um bom nome”, aposta Magela. João Pires acha que pelo menos até o início do Campeonato Mineiro o time vai sentir os efeitos da perda do comandante, que tinha total controle da equipe em campo.

Clique nos ícones abaixo e ouça as entrevistas destes dois ilustres representantes do Fantasma do Mineirão, Geraldo Magela e João Pires, ao Toque de Bola.

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