Dia histórico do futsal: quem era aquele mascote privilegiado?

Juiz de Fora (MG), 10 de março de 2011

A lembrança de Seleção de Juiz de Fora x Seleção Brasileira de Futsal, no ginásio do Sport, em 1985, trazida pelo blog, revive personagens a cada dia. Por exemplo: quem era aquele único mascote que está na foto ao lado dos craques nacionais? Quem nos ajuda a contar a história da foto e do mascote é Léo Lima, Coordenador do Projeto Visão no Esporte. Acompanhe:

“Gostaria de contribuir com mais um personagem do histórico jogo de Futsal realizado em 21 de setembro de 1985 no ginásio do Sport entre a Seleção de JF e Seleção Brasileira.

O personagem em questão é o mascote, o único, que entrou com a Seleção Brasileira de Futsal. Ele se chama Rodrigo Chaves, é meu primo e na época tinha 9 anos de idade.

Neste feriado de carnaval estava revendo algumas fotos antigas e para minha surpresa tinha algumas fotos desta partida em que meu primo entrou como mascote da Seleção.

Podemos observar pelas fotos que realmente o ginásio do Sport estava lotado e foi um grande acontecimento na cidade. Como era muito novo na época meu primo tem poucas lembranças deste momento, mas seu pai Maurício Chaves confirma que a cidade quase parou por causa deste jogo.

E como ele conseguiu ser o único mascote a entrar com a Seleção Brasileira? Isto foi o carinho e a dedicação de uma mãe. Tia Luizinha, mãe de Rodrigo, foi com ele ao hotel onde a Seleção estava hospedada e ficou de plantão na portaria até conseguir falar com algum jogador da Seleção. Depois de conhecer alguns atletas do Brasil, Rodrigo foi convidado a entrar com a equipe brasileira como mascote na partida.

Infelizmente tia Luizinha já é falecida e não temos mais detalhes sobre este acontecimento.

Mas esta não é a primeira experiência de Rodrigo como mascote. Na verdade, podemos dizer que ele era um mascote “profissional” do Tupi na década de 80. Que saudade desta época…Amauri, Evaldo, Gomes, Jorge Luiz, Valdir, Geraldinho, Nequinha, Luisão, Sidney-Diabo Louro, Índio, Teófilo… Salles de Oliveira e Procópio Teixeira lotados.

Além do Rodrigo, eu e outros primos também éramos mascotes do Tupi. Em nossa família falamos que nascemos com “sangue carijó”. Meu avó Egídio, meu pai Eurico (Ponta-esquerda do famoso Fantasma do Mineirão de 1966) fizeram história em nosso Galo Carijó.

Hoje Rodrigo tem 34 anos e continua acompanhando o Galo, não mais como mascote, mas das arquibancadas do Mario Helênio”.

Depoimento e fotos de arquivo: Léo Lima – Projeto Visão no Esporte


Este post tem 3 comentários

  1. emerson

    aki em viçosa tem 2 ex atletas do tupi
    isidoro e seu irmao geraldo.

  2. ZÉ CARLOS

    GOSTEI DA MENSAGEM SOBRE O RODRIGO PARABENS LEONARDO

  3. GERALDO

    FELIZ LEMBRANÇA DE LÉO LIMA AO CITAR ESSA PASSAGEM DE SEU PRIMO RODRIGO COMO MASCOTE DO TUPI E DA SELEÇÃO MUITO EMOCIONANTE,PARABENS

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