02 fev 2017

Euller e Bonilha são testados, mas Tupi adia definição do time para sábado, em Teófilo Otoni. Veja fotos



    Conforme o Toque de  Bola publicou após a  estreia do Tupi no Campeonato Mineiro, o clube de fato fez novas contratações, o time não terá o lateral-direito Yago entre os titulares e o meio-campo certamente vai sofrer mudanças – o setor é o mais “testado” nos treinamentos coletivos da semana.

    Portanto, tudo aquilo que o Toque de Bola revelou acabou sendo confirmado.

    Na manhã  desta quinta-feira, 2, por exemplo, no Estádio Salles Oliveira, em santa Terezinha, o zagueiro Euller foi novamente deslocado para a lateral-direita e, entre os jogadores  testados no meio-campo, o volante Bonilha, um dos emprestados pelo Fluminense, foi lançado e tudo indica que terá uma oportunidade.

    Desta vez, o treinador Éder Bastos preferiu não adiantar a escalação, procedimento que vinha utilizando na pré-temporada, nos jogos-treinos e antes da estreia. Após a atividade desta quinta, que ocorreu pela manhã, uma vez que o compromisso contra o América, domingo, em Teófilo Otoni, será às 10h, Éder revelou que ainda pretende comandar um treino na véspera do jogo, já em Teófilo Otoni, e aí sim definir a formação.

   Questionado sobre o aproveitamento de outros goleiros durante a semana, o técnico não confirmou se Gideão será mantido entre os titulares. “Temos quatro bons goleiros”, despistou.

 

Frases do dia

 Veja algumas  frases utilizadas  por Éder Bastos no  coletivo em que ele   afirma ter priorizado a “compactação da equipe”.

“Quero ver a recomposição”

“Não vamos deixar cair”

“Bonilha, posiciona”

“Ei, quer conduzir no meio de três?”

“Só dois toques na bola”

“Fica com a bola, correr com ela para que?”

Cobertura

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  O treino teve três partes e os que ficaram a maior parte  do tempo na equipe titular foram Euller, Elivelton, Edmário, Bruno, Marcel, Bonilha, Juninho, Flávio  Caça-Rato e  Matheus Pato. Sávio e Jeferson foram testados na parte final do treino.

 Além de Éder Bastos, quem falou com os jornalistas foi Bruno Paiva, meia que integrou o elenco campeão brasileiro carijó da Série D em 2011. Ele ainda não está regularizado e também precisa de um tempo para adquirir o melhor condicionamento físico. 

Frases de Éder Bastos: “Quero ver a recomposição”, “Não vamos deixar cair”, “Bonilha, posiciona”, “Ei, quer conduzir no meio de três?””Só dois toques na bola”, “Fica com a bola, correr com ela para que?”

Veja, abaixo, a íntegra da entrevista coletiva do treinador Éder Bastos no final do treino, na manhã desta quinta-feira, 2:

O América de Teófilo Otoni já anunciou que vai procurar atacar muito

Sabemos que quando uma equipe joga em casa, ela propõe mais o jogo. O América de Teófilo Otoni com certeza vai fazer a marcação no bloco alto, marcação pressão. Treinamos essas situações nessa manhã (de quinta-feira 2), e vamos treinar lá em Teófilo Otoni no sábado, para definirmos nossa equipe.

O mais importante é sabermos o que a gente vai fazer.  Ficar atento aos aspectos positivos do América e explorar os aspectos vulneráveis também. Sabemos por onde podemos contra-atacar e chegar ao gol adversário o mais rápido possível.

O passe

Falei aos jogadores: o fundamento básico no futebol é o passe. Jogador que tem a limitação de passar ou manter uma posse de bola, temos mais dificuldades de jogar quando se erra muito passe. O objetivo do trabalho, principalmente nessa manhã, foi a compactação da equipe na transição defensiva, para jogarmos com as linhas próximas e fazer um jogo mais agrupado, mais apoiado. E sem errar o passe. No futebol, quando você não consegue fazer uma bola longa, tem que trabalhar com ela curta e minimizar esses erros na passe técnica. Isso já foi conversado internamente. Os jogadores fizeram um treino bom, na minha avaliação. A equipe ainda está indefinida. Temos alguns pensamentos para eu aplicar nesse jogo e até o sábado definimos. O mais importante é a compactação da equipe. Saber jogar próxima das linhas e nós fazermos um jogo de qualidade.

Bruno Paiva, que integrou o elenco campeão brasileiro da Série D pelo Tupi em 2011, vem de uma temporada no futebol de Montenegro

Bruno Paiva

Bom jogador. Jogou Campeonato Paulista pela Linense e em outros clubes. Tem qualidade, mas ainda está aquém na parte física. Futebol hoje é intensidade, é o jogador ter que estar bem fisicamente. Vai ficar treinando para readquirir a forma física, mas qualidade técnica ele tem.

Zagueiro de origem, Euller tem sido aproveitado na lateral-direita. Essa opção por ele é buscando maior consistência defensiva, jogando fora de casa?

É uma opção. Não está definido. Não defini os 11 que vão começar jogando. É uma opção, jogador que ocupa bem aquele espaço, está bem fisicamente e passa a ser uma opção contra o América.

Na pré-temporada, inclusive nos jogos-treinos, você dizia ter uma ideia forte de um time-base. A estreia decepcionou um pouco em relação a esse time-base que você pensou para o campeonato?

Estreia sempre gera expectativa. Queremos ganhar o jogo, entramos para ganhar, mas eu avalio o seguinte: cada jogo é uma história diferente. Contra o América, outro jogo. O Cruzeiro, outro diferente. Temos que corrigir o que erramos no primeiro jogo, isso fizemos nos treinamentos, e passar confiança para os jogadores.  Acreditar que temos totais condições de chegar lá e surpreender. Futebol você ganha dentro de campo. A mesma expectativa que tivemos aqui eles também terão, porque estarão estreando em casa (no primeiro  jogo, em BH, o América-TO perdeu por 1 a 0 para o Atlético). Então temos que ter tranquilidade. Estou no futebol desde os 14 anos de idade e sei como que funciona. É passar confiança e tranquilidade nesse momento.

O Bonilha, quando se apresentou (como jogador do clube), disse que tinha facilidade para subir, ajudar o ataque, essa característica de passar a bola. No treino, vimos ele vindo até os zagueiros, para ajudar na qualidade dessa saída de bola,  apontada como um problema no primeiro jogo. Pode falar sobre essa oportunidade dada a ele?

É um jogador que vem treinando bem. De repente, será o momento de ele ter uma oportunidade. Tem qualidade técnica, tem que ajustar algumas situações de posicionamento, mas já fez com qualidade no treinamento. Passar confiança. Se optar por colocá-lo, ele está preparado, fisicamente está bem, e é um jogador que tem um recurso técnico bom. Cabe a ele, agora, é  posicionamento. Se posicionando bem e trabalhar sempre com dois toques na bola, tenho certeza que fará uma partida boa porque é um jogador que vem me agradando nos treinamentos.

Goleiro Paulo Henrique tem treinado entre os titulares. É uma opção (Gideão foi titular)?

Os quatro aí (goleiros do elenco) estão à disposição. São goleiros de qualidade e temos que ter paciência com algumas situações. Internamente já conversamos muitas coisas. O mais importante é que todos estejam preparados para quando forem chamados eles possam entrar e ajudar.

Como viu o início do Campeonato Mineiro? As informações dos outros jogos da primeira rodada?

Foi só a primeira rodada. Para avaliar um campeonato, você tem que esperar. O grande problema do futebol é isso aí. No futebol você tem o início, o meio e o fim de um trabalho. Avalio que está equilibrado. O Atlético ganhou (do América-TO) com um gol de um pênalti duvidoso. Isso não é da minha conta, mas… O Cruzeiro ganhou de 2 a 1 do Villa Nova… É prematuro falar que o campeonato está desenhado para alguém ganhar, para alguém cair. Você tem que trabalhar, jogo a jogo. Fazer o melhor e pontuar o máximo que a gente puder. Está equilibrado ainda por enquanto. Não tem nada diferente no campeonato. A Tombense nos derrotou. Temos que avaliar que eles estão treinando desde novembro, faz uma diferença muito grande. Manteve a base do ano passado. Tudo equilibrado, e em aberto para todo mundo.

Na cobrança de falta de Juninho pela esquerda, Éder Bastos ficou ao lado e o lance se repetiu à exaustão

E o Juninho? Ele tem uma bola parada boa, mas que na estreia não funcionou. Vimos você conversando com ele algumas vezes nos treinos da semana. Algum pedido especial, na parte tática ou de posicionamento?

Passei para ele para ter tranquilidade. Ele é da minha confiança. Não vou mudar. Não tirei ele do time nem vou tirar porque eu não avalio futebol assim, dessa forma. Terá mais uma oportunidade contra o América. Vai bater as faltas e bolas paradas. Vai jogar. É passar confiança e deixar ele jogar. E a responsabilidade é sempre do treinador. Deixa o jogador jogar (sic) com tranquilidade, e que ele possa nesse jogo possa ser mais feliz.

Confira, abaixo, as fotos do Toque de Bola

Breve, mais informações e entrevistas

 

 

Jeferson alivia o calor depois de seri testado na parte final da atividade

 

Antes de cada período do treino, hora de lembrar as orientações ao grupo considerado titular

Time de amarelo (suplente) busca jogada pela esquerda

Jogadores que não eram aproveitados no coletivo treinavam separados

Gideão em treino específico para os goleiros, fora do coletivo

 

Texto: Toque de Bola

Fotos: Toque de Bola

O Toque de Bola é administrado pela www.mistoquentecomunicacao.com.br


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