11 nov 2015

Maringá não deve ter Ricardinho contra o JF Vôlei



O Copel Telecom Maringá, próximo adversário do JF Vôlei, que perdeu para o Vôlei Brasil Kirin por 3 sets a 0 (25/20, 25/19 e 25/16), no ginásio do Taquaral, em Campinas, na partida inaugural da Superliga 2015/2016, espera reverter a primeira impressão dentro de quadra, nesta quinta, às 19h30, no ginásio da Faefid, na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). A equipe, no entanto, segue desfalcada.

Sem “o cara”

Ricardinho, levantador campeão olímpico e presidente da equipe, com um problema em um dos dedos da mão, não atuou na estreia e deve seguir como desfalque. Thiago Gelinski, reserva imediato, assumiu a titularidade da equipe e deve novamente iniciar partida contra o JF Vôlei.

Provável Maringá

O treinador argentino, Horacio Dileo, sem o central Mudo, o oposto Luan e o levantador Ricardinho, mandou à quadra os seguintes jogadores na estreia: Gelinski, Edinho (ex-Montes Claros), Aureliano (ex-Voleisul/Paquetá), Ualas (ex-UPCN), Thiago Sens (ex-Funvic Taubaté) e Fukuzawa (ex-Panasonic Panthers-JPN) e o líbero Rogerinho. Uma equipe com muitas caras novas, que acabou sofrendo um pouco com a falta de entrosamento.

 

Copel Telecom Maringá, de preto, perdeu na estreia da Superliga (Foto: Alexandre Arruda/CBV)

Copel Telecom Maringá, de preto, perdeu na estreia da Superliga (Foto: Alexandre Arruda/CBV)

 

Provável Maringá

O treinador argentino, Horacio Dileo, sem o central Mudo, o oposto Luan e o levantador Ricardinho, lesionados, mandou à quadra os seguintes jogadores na estreia: Gelinski, Edinho (ex-Montes Claros), Aureliano (ex-Voleisul/Paquetá e JF Vôlei), Ualas (ex-UPCN), Thiago Sens (ex-Funvic Taubaté) e Fukuzawa (ex-Panasonic Panthers-JPN) e o líbero Rogerinho. Uma equipe com muitas caras novas, que acabou sofrendo um pouco com a falta de entrosamento.

O time paranaense, em sua página no Facebook, postou nesta quinta foto com a delegação que viajou para Juiz de Fora. Nela, os três desfalques de peso não apareceram, reforçando que não devem atuar contra os juiz-foranos e que a escalação da primeira partida pode ser repetida.

Delegação paranaense registra viagem para Juiz de Fora: ausências de Ricardinho, Mudo e Luan chamam atenção Foto: Divulgação)

A estreia

As equipes abriram a Superliga 15/16 de forma equilibrada, com um ou dois pontos de diferença. O Brasil Kirin abriu a vantagem de cinco pontos até os 20/15. O Copel Telecom Maringá reduziu a diferença para três no 21/19 e o técnico Alexandre Stanzioni pediu tempo. O time da casa, então, se reestruturou e fechou o primeiro set em 25/20.

O segundo parcial começou mais uma vez equilibrado, com as equipes empatando em 5/5. O placar seguiu assim e, no bloqueio de Maurício, o Brasil Kirin colocou dois de frente: 11/9. A vantagem a favor do time campineiro aumentou e Horacio Dileo parou o jogo. Mas, os paulistas seguiram embalados e, contando com apoio da torcida, venceram o segundo set por 25/19.

O Brasil Kirin começou o terceiro set com ritmo forte e chegou a 11/6 no marcador, forçando o adversário a pedir tempo. No bom saque do romeno Olteanu, o Brasil Kirin chegou a 19/13. No final, os donos da casa venceram por 25/16 e asseguraram a vitória.

O maior pontuador da partida foi o romeno Olteanu, do Campinas, com 15 pontos. Do lado maringaense, o destaque ficou por conta do oposto Edinho, que pontuou 11 vezes na partida.

“Era um jogo muito difícil, contra um time muito bem montado e feito para brigar pela Superliga, mas nós temos que fazer nosso trabalho. Hoje, jogamos bem durante um set, um set e meio, e depois não conseguimos manter a concentração. quando isso acontece, jogando contra um time da qualidade do Brasil Kirin, fica difícil”, ponderou o treinador do time paranaense.

Clique aqui e confira a súmula da partida entre Vôlei Brasil Kirin e Copel Telecom Maringá

Novidade

O jogo ainda marcou a estreia de uma novidade da principal competição nacional: a votação popular na escolha do melhor jogador da partida. O primeiro vencedor deste novo formato de eleição pelos torcedores foi o oposto Wallace, do Campinas.

Wallace, do Campinas, foi o primeiro MVP eleito por voto popular da Superliga (Foto: Alexandre Arruda/CBV)

Wallace, do Campinas, foi o primeiro MVP eleito por voto popular da Superliga (Foto: Alexandre Arruda/CBV)

 

        Sócio-Torcedor

A direção do JF Vôlei lançou, no último dia 9, o Programa Sócio-Torcedor, em evento que trouxe a Juiz de Fora o dirigente da Confederação Brasileira de Voleibol, Radamés Lattari, que ficou bastante entusiasmado com a iniciativa local.
Com o Sócio-Torcedor, a direção do JF Vôlei, em parceria com a Big Card, procura retribuir o carinho com que o público acompanha a equipe local desde a primeira participação na Superliga, em 2011. Para conhecer o programa e aderir ao Sócio-Torcedor, basta acessar www.jfvolei.com.br/

 

Texto: Guilherme Fernandes, estagiário do Toque de Bola, sob supervisão de Bruno Kaehler – Toque de Bola, com informações da CBV

Fotos: Alexandre Arruda/CBV e Maringá/Divulgação

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