01 out 2015

Estudioso, Tupi treina com portões fechados: “Temos nove jogos do ASA”



“É a hora de atenção nos detalhes e a mobilização e motivação elevadas, porque agora é que vale”. Seguindo esta afirmação, o técnico Leston Júnior fechou novo treino para a imprensa na tarde desta quarta-feira, 30, no Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, visando o primeiro duelo contra o ASA-AL, no mesmo local, sábado, às 19h. É a segunda vez que os jornalistas não têm acesso à atividade na temporada.

“Não tenho o hábito porque respeito e entendo a importância de vocês (imprensa) acompanharem e até gosto porque informa ao torcedor o que está sendo trabalhado, já que nem sempre acontece no jogo o que você trabalhou. Se você joga entre grupo, já enfrentou o adversário, ele tem um parâmetro e conhece seu time. Mas quando você enfrenta um adversário de outra chave, o cara parte do ponto zero. Como estou partindo. Quem me garante que o ASA vai usar os mesmos atletas, estratégia e disposição tática que vinha jogando? É um campeonato diferente. Então é um intuito de não dar essas condições ao adversário, que também não tenho. Estão treinando com os portões fechados lá para imprensa e torcida. O Marco Antônio lá está suspenso. Ele vai botar mais um volante? Mais um meia? Não vou saber, não tenho como cravar, então é mais com esse intuito. Faz parte da estratégia e o momento pede”, explicou Leston.

Transmissão

O Toque de Bola transmite Tupi x Asa neste sábado, a partir de 18h30, na web rádio.

Para ouvir, basta acessar do computador ou dispositivo móvel com internet o www.toquedebola.esp.br/radio

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Invencibilidade para trás

Projetando os dois confrontos, o técnico carijó não acredita que o ASA tenha a mesma postura da fase eliminatória: “Agora isso já não tem mais tanto valor porque a característica de jogo é diferente. Quando você joga fase de grupos, normalmente tem uma proposta de jogo que condiz com aquele tipo de perfil de campeonato, que é aquele que às vezes você arrisca porque pode recuperar lá na frente. O mata-mata é diferente, assim como o comportamento da equipe que o disputa. O ASA é o melhor mandante, mas é muito agressivo quando joga em casa e no mata-mata dificilmente esse time é agressivo assim porque sabe que o gol fora tem um peso maior. O ASA como um todo é bem característico das equipes do Nordeste: joga com velocidade, tem agressividade, se preocupa muito com a retomada no campo de ataque e temos que ter atenção porque são jogadores rápidos, leves na frente, de mobilidade e eles não jogam com centroavante, mas com um meia-atacante, de falso 9. Temos o mapeamento dessa equipe e vamos procurar ter um comportamento que neutralize essas principais jogadas e de à gente a condição de aproveitar algumas dificuldades que sabemos que eles têm”.

Copa do Brasil ajuda

Os duelos contra o Atlético Paranaense e Ceará ainda foram citados pelo comandante como fatores que podem contribuir nos confrontos diante dos alagoanos, detalhadamente estudados pela comissão carijó:

“Esse grupo tem um histórico de dois mata-matas já. Um nós saímos classificados contra o Atlético Paranaense e, no outro, eliminados contra o Ceará. Então acho que são elementos que nos credenciam a ter uma estratégia que aproxime a possibilidade de acesso. É um jogo decisivo, mas não é o jogo definitivo, então você tem que ter esse entendimento e o jogo do Atlético Paranaense trouxe esse ensinamento. Sabemos que o primeiro jogo serve muito mais para você aumentar sua possibilidade em levar o confronto decisivo em condição real de acesso, do que você achar que vai conseguir o acesso no primeiro jogo, o que ninguém vai conseguir. Será um jogo estratégico, em que as equipes vão se estudar muito. Assim como nós já temos nove jogos do ASA, eles com certeza têm muitos nossos”, revelou o técnico.

Intertemporada: “Momento de canalizar todos os esforços”

Ainda sem oficializar o local, Leston admitiu a vontade da realização de uma intertemporada longe de Juiz de Fora: “Já estamos trabalhando desde domingo com a direção no aspecto da operação e logística. Devemos ter a consciência que é o momento de canalizar todos os esforços, algo que o clube vem fazendo desde o início, mas esforços financeiros, de todas as naturezas, para que você dê a melhor condição possível nesses 21 dias, que vão dar o retorno de tudo o que foi feito até agora. Se o campeonato acabar agora, o planejamento do Tupi foi muito bem feito porque no segundo ano consecutivo o Tupi briga pelo acesso à Série B. Agora esses 21 dias vão coroar esse trabalho e para isso você tem que se cercar de alguns cuidados e um deles talvez seja exatamente esse, uma saída para intertemporada para diminuir alguns desgastes que temos no dia-a-dia, de deslocamento, treinar em um tipo de campo diferente cada dia, algo que administramos ao longo do campeonato, mas temos que diminuir nesse momento”, finalizou.

 

Texto: Bruno Kaehler – Toque de Bola

Fotos: Toque de Bola

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