15 fev 2015

Wesley Matos lamenta expulsão e reitera amor pelo Carijó: “Sou um eterno apaixonado pelo Tupi”



De volta ao Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, mas defendendo as cores verde e branco do América, Wesley Matos, o eterno “Ladeira” ao torcedor carijó, tem sangue alvinegro. O emocionante reencontro com o time de Juiz de Fora levou o zagueiro do céu ao inferno em minutos e o campeão brasileiro da Série D de 2011 pela agremiação de Santa Terezinha conversou com o Toque de Bola, explicando, inicialmente, a mudança do sobrenome.

“Sou um eterno apaixonado pelo Tupi e jamais posso menosprezar a instituição que abriu as portas para mim e onde conquistei os títulos mais importantes da minha carreira. Sobre a troca de sobrenome, ninguém sabe da minha vida pessoal, fiz pelo meu pai. Disse a ele que quando chegasse em um grande clube no cenário nacional faria essa  homenagem a ele. Quem não conhece minha vida fala bobagem, mas está tranquilo”, contou Ladeira.

Wesley deixou o Estádio Municipal feliz pela vitória, mas indignado com expulsão

Wesley deixou o Estádio Municipal feliz pela vitória, mas indignado com expulsão

Em campo, vitória do Coelho sobre o Tupi por 2 a 1. Com atuação séria, apesar da expulsão, o zagueiro destacou a importância da vitória na casa do Carijó e agradeceu os torcedores, que chegaram a gritar seu nome antes do confronto: “Foi um jogo difícil, falei para a ‘rapazeada’ que é sempre complicado jogar aqui contra o Tupi, mas graças a Deus fomos felizes. Tenho que enaltecer a torcida do Tupi que sempre foi carinhosa comigo e agradecer a força da Tribo. Tem sempre alguns que falam muita besteira, mas só agradeço aos torcedores do Tupi”.

 

 Cartão Vermelho

Expulso no fim de partida, o ex-Tupi saiu visivelmente chateado do Estádio Municipal. Com a punição, o atleta não poderá enfrentar o Atlético no sábado, 22, na Arena Independência: “Em relação à expulsão, conversei com o árbitro da partida e disse que era sacanagem ele me tirar do jogo do campeonato, que era o clássico na próxima rodada. Fiz duas faltas e recebi dois cartões, então acho que ele caiu na pressão”, criticou.

 

Dívida e possível retorno

Por fim, o defensor ainda admitiu a vontade em voltar a atuar pelo Tupi, por onde deixou grandes amigos e ótima relação com diretoria e torcedores, apesar de o clube ainda ter uma dívida com o atleta.”Procuro sempre deixar as portas abertas por onde passo. Até então sou um dos poucos que não chegaram a colocar o Tupi na justiça e o clube me deve um valor de 2012 ainda. Mas não é da minha índole colocar na justiça, então prefiro resolver amigavelmente. Dei a vida no Tupi e por onde passei, mas agora estou feliz no América e será o grande ano da minha carreira”, projetou, finalizando.

 

Texto: Bruno Kaehler

Foto: Toque de Bola

 


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