21 jan 2015

Após cumprir exigências, CBV volta a ser patrocinada pelo Banco do Brasil



Depois de ter os pagamentos suspensos em dezembro de 2014, a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) voltará a ser patrocinada pelo Banco do Brasil. O patrocínio vale para o vôlei de quadra e praia.

No mês passado, a Controladoria Geral da União (CGU) paralisou o patrocínio após um relatório apontar irregularidades na entidade. A denúncia surgiu a partir de reportagem da ESPN.

Para que o patrocínio fosse retomado, CBV e BB tiveram de se adequar. As entidades adicionaram novas linhas aos contratos de patrocínio (que existem desde os anos 1990) que falam da implantação, em até 90 dias, das recomendações e medidas descritas pela CGU.

Entre as medidas, estão a criação de um novo Regulamento de Contratações, a criação de um Comitê de Apoio ao Conselho Diretor da CBV, a reformulação do Conselho Fiscal, definição de regras para pagamento de bônus de performance a atletas e criação de Ouvidoria.

As medidas tomadas comprovam que o coro feito pelos amantes do vôlei, sejam eles atletas, como o ponteiro do Sesi-SP e da Seleção Brasileira, Murilo Endres, ou dirigentes, como Maurício Bara Filho, surtiu efeito.

O atual contrato vai até 2017 e prevê investimentos anuais de R$ 70 milhões ao esporte.

Parceria entre Banco do Brasil e o vôlei brasileiro já dura 23 anos

Parceria entre Banco do Brasil e o vôlei brasileiro já dura 23 anos

Leia a nota completa publicada pela CBV:

Nesta segunda-feira (19.01) a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e o Banco do Brasil assinaram aditivos ao contrato de patrocínio entre as entidades e reafirmaram a mais vitoriosa parceria do esporte brasileiro.

Desde dezembro CBV trabalha para a implantar um novo modelo de gestão com maior controle dos recursos pela comunidade do voleibol e pelo patrocinador. Nos aditivos assinados constam a implantação de um Comitê de Apoio ao Conselho Diretor da CBV com participação de representantes da comunidade do voleibol, implantação de regras de contratações, reformulação do Conselho Fiscal, definição de parâmetros na destinação do bônus de performance aos atletas, criação da Ouvidoria da CBV e o compromisso de buscar ressarcir os valores pagos de serviços sem comprovação de execução.

A CBV assumiu junto ao Banco do Brasil o compromisso de que todos os itens dos aditivos sejam implementados em 90 dias. A continuidade dos pagamentos previstos em contrato, retomada pela assinatura dos aditivos, garante ao voleibol a manutenção das etapas do vôlei de praia e o planejamento das seleções com vistas aos Jogos Olímpicos de 2016, inalterados.

A CBV destaca que o Banco do Brasil foi o maior parceiro do voleibol brasileiro nos últimos 24 anos, período em que conquistamos 11 medalhas olímpicas na praia e outras 08 medalhas na quadra, além de se apresentar como favorito em todas as competições e em todas as categorias. As conquistas atraíram novos parceiros como a Olimpikus, Gol Linhas Aéreas, Gatorade, Mikasa e Nívea.

A assinatura dos aditivos também marca uma nova fase no relacionamento da atual diretoria com a comunidade do voleibol, com o compromisso de compartilhar as decisões que impactam no desenvolvimento da modalidade em nosso país.

Mais do que comemorar a continuidade da parceria, o brasileiro já acostumado às conquistas do voleibol, quer ver em destaque no pódio olímpico a camisa amarelinha tradicional estampando a logomarca do Banco do Brasil, um orgulho nacional.

Hoje, a vitória foi de todos.

“A CBV nunca pensou em encerrar o patrocínio, mas tínhamos ciência de que precisávamos racionalizar gastos, melhorar o controle e uma gestão que pudesse gerar ainda mais conquistas, ainda mais desenvolvimento e ainda mais orgulho aos brasileiros. Nós temos esse compromisso não só com o Banco do Brasil, mas com nossos outros parceiros, nossos atletas, e o mais importante, o compromisso com o amante do voleibol brasileiro,” Walter Pitombo Larangeiras, presidente da CBV.

“Uma negociação é produtiva quando os dois lados ganham. Com a continuidade ganha o ganha a CBV, ganha o voleibol brasileiro. Esse crédito que o atual presidente recebeu é uma prova da confiança que ele possui dentro da CBV com seus filiados, também externamente com nossos parceiros,” Neuri Barbieri, superintendente geral da CBV.

Texto com informações dos portais Exame e Espn

Foto: Paulo Frank/CBV


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