15 ago 2014

Try Rugby MG: lançamento tem visita até de australiano. Apaixonados destacam coletividade do esporte



Além das presenças de representantes dos parceiros idealizadores do Try Rugby, o evento de inauguração do projeto contou com uma inesperada visita. Ex-atleta de rugby, o australiano Paul Nicoll, em Juiz de Fora visitando familiares, fez questão de conferir os primeiros passos da ação e parabenizar os envolvidos.

“Fui jogador amador de rugby há muitos anos atrás e gostava muito de praticar o esporte. Vi a notícia na Tribuna de Minas e quis vir na hora. Iniciativas como esta devem ser parabenizadas e feitas sempre. É a primeira vez que leio sobre isto no Brasil”, conta Paul.

O australiano Paulo Nicoll fez questão de ir à Escola de Esportes do Sesi para parabenizar a iniciativa do Try Rugby

O australiano Paulo Nicoll fez questão de ir à Escola de Esportes do Sesi para parabenizar a iniciativa do Try Rugby

Apaixonado pelo esporte, o australiano também praticava natação e tênis, mas via no rugby uma distinção. Com as Olimpíadas chegando, Paul acredita que a modalidade deve crescer cada vez mais no Brasil.

“A diferença do rugby é que ele é um esporte que precisa muito de uma equipe. O time sem dúvidas é fundamental. Com as Olimpíadas daqui a dois anos, tenho certeza de que o rugby já está sendo uma grande sensação no Brasil”, opina.

De um australiano apaixonado no esporte para um atleta de um dos time da cidade – o JF Rugby. Alberto Pena, atleta da equipe e praticante do esporte há cinco anos, compartilha da opinião de Paul quanto a uma das principais características do rugby.

“É um esporte totalmente coletivo. Você pode pegar um astro do rubgy e colocar ele em um time ruim que ele não vai resolver nada”, exemplifica Alberto.

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Alberto Pena (de frente à direita, de verde) participou da atividade de rugby touch realizada na quadra poliesportiva da Escola de Esportes do Sesi e exaltou o projeto

Também admirador do rugby, Alberto é um dos atletas que procurou praticar o esporte mesmo sem ser muito conhecido e valorizado não apenas em Juiz de Fora, mas no Brasil. No tempo de atividade, Alberto, que já percebeu grande evolução no desempenho individual e coletivo, ressalta o prazo necessário, em média, para que se conheça profundamente o rugby.

“Vejo só crescimento nesse período. Se você for sempre aos treinamentos não tem como não evoluir, ainda mais a gente que não sabe nada desse esporte. Para aprender também demora muito, são muitas regras, então acredito que você precisa de seis meses a um ano jogando pelo menos”, afirma.

Com o treinador Connor Flemming, jovens participaram de rápidas atividades para introduzir o rugby aos presentes no lançamento do Try Rugby

Com o treinador Connor Flemming, mais de 20 jovens participaram de rápidas atividades para introduzir o rugby aos presentes no evento

Participando de uma apresentação de rugby touch pelo time do JF Rugby com a equipe da UFJF, Alberto ainda expôs uma visão promissora sobre as possibilidades de futuro dos integrantes do Try Rugby.

“Na minha visão, esse projeto é que vai fazer a base do rugby nacional. Tem essa parceria com o campeonato da Inglaterra e eles vão trabalhar só com crianças, formando uma base muito boa para nós. Se os jovens gostarem do esporte e quiserem continuar praticando, vão acabar tendo que ir para algum time, como o JF Rugby ou o da UFJF. Então com certeza o esporte no Brasil vai ter um retorno no futuro. Além disso, vai ter rugby sevens nas Olimpíadas daqui a dois anos e só temos a ganhar.”

 

Texto: Bruno Kaehler

Fotos: Toque de Bola


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