15 jan 2014

Tenório e Diego chegam otimistas para conhecer trabalho de Gottardo



Pela primeira vez atuando no futebol mineiro, o lateral-esquerdo Diego Maia, de 23 anos, se mostrou animado com a possibilidade de trabalhar com o ex-zagueiro Wilson Gottardo. O novo reforço, de uma posição considerada carente no elenco carijó, contou que esta é uma chance ideal de aprender principalmente na parte defensiva.

“Não o conheço, mas quero muito conhecer e aprender, porque ele sabe e pode ensinar muita coisa. Acho que isso é muito gratificante, pretendo tirar o máximo que ele tem de profissionalismo, de bagagem. O que ele sabe ali (defesa), se ensinar um pouco, vai dar certo no Estadual”, projetou Diego.

Já o experiente meia Fábio Tenório, de 31 anos, afirmou já conhecer o ex-zagueiro dos tempos em que atuava pela Cabofriense e Gottardo ia conversar com um atleta do qual era empresário, mas nunca teve a chance de trabalhar com o treinador.

“Conheço o Gottardo porque quando eu jogava na Cabofriense, ele era empresário do goleiro Gatti, que era do Cruzeiro, então ia muito lá assistir. Nunca trabalhei, nem tive uma amizade com ele. Lembro como jogador, mas como treinador, nunca trabalhei, mas já ouvi falar. Espero que não tenha problema nenhum, eu venho para somar, acho que ele também é um bom treinador e vai encaixar legal”, disse o meia.

Amistoso

O Tupi enfrentou o Duque de Caxias nesta quinta-feira, 15h45, em Xerém. Foi o quarto teste antes da estreia no Estadual.  O resultado foi 1 a 1, marcando Núbio Flávio, de pênalti, para a equipe juiz-forana (informação de Ricardo Wagner, nas redes sociais).

Nos testes anteriores, a equipe perdeu para o Sub 20 do Atlético Mineiro (3 a 2), dia 30 de dezembro, e  para o Friburguense (3 a 1), em 7 de janeiro, ambos no Estádio Municipal Radialista Mário Helênio. A única vitória, curiosamente, ocorreu fora de casa, domingo, 12, 1 a 0 sobre o Friburguense, em Santana de Cataguases.

Características

Ainda jovem e desconhecido para o torcedor juiz-forano, o lateral-esquerdo Diego Maia tem como ponto forte a vocação ofensiva e já atuou em posição mais avançada no campo. “Sempre fui um lateral que apoia mais, até porque já joguei no meio campo, mas tive que aprender a defender e uma das minhas qualidades é na parte defensiva também, depois de treinar muito com profissionais qualificados”, contou Diego.

Mesmo tendo vestido a camisa carijó em 2010, Tenório também descreveu suas principais qualidades dentro de campo para o torcedor, enfatizando ser um atleta de força e qualidade técnica que gosta de finalizar de média distância. O meia ainda afirmou que seu futebol evoluiu, após adquirir mais experiência com a rodagem por outros clubes.

“A gente adquire mais experiência, vai ficando mais velho, jogando por outros clubes e alguns erros que cometemos vamos procurando corrigir. Acho que evoluí bastante, mesmo ficando mais velho, alguns erros que cometia antes, como prender às vezes demais a bola, acho que o jogador tem que saber achar o equilíbrio entre o momento de dar um passe, de driblar, segurar mais a bola. Isso eu já aprendi e espero colocar em prática o que ganhei nesse tempo que fiquei fora e poder ajudar”, projetou.

Condicionamento físico

Os dois reforços, vindos do futebol fluminense e apresentados na mesma data, possuem um estado físico distinto. Diego estava treinando normalmente e já afirmou estar preparado para jogar, enquanto Tenório, que já conversou com o preparador físico, Luís Alvim, necessita de um período curto de tempo para estar em condições de atuar.

“Já falei com o Luís (preparador), preciso fazer alguns trabalhos físicos, então ele disse que é para eu ficar despreocupado que vai passar alguns trabalhos, treinar em período integral comigo para que ele me coloque em forma o mais rápido possível e estar pronto para o primeiro jogo”, disse Tenório.

Decisões de jogar pelo Tupi

As referências dos contatos de Diego foram positivas e complementares à vontade do lateral assinar com o Carijó. Para o atleta, a escolha foi acertada com o intuito de subir de divisão.

“Achei muito interessante porque nunca joguei em Minas. Fiquei sabendo por amigos que jogaram e falaram que é muito bom, um amigo meu que jogava no Tombense também me deu boas referências. Vim para jogar o Estadual e a Série C em busca da Série B, mas é dar continuidade ao trabalho, dar o máximo, fazer aquilo que vinha desempenhando no Audax-RJ, fazer aqui tudo que sei e dar certo”, contou.

Já a volta à Juiz de Fora de Fábio Tenório foi tratada com bons olhos pelo jogador, que construiu amizades em sua primeira passagem. Dos atletas que atuaram com o meia em 2010 remanescentes no elenco estão o lateral-direito Henrique, o zagueiro Fabrício Soares, o atacante Ademilson e o meia Sidinei, que também retornou ao clube nesta temporada.

“É um prazer estar de volta. Considero o Tupi um clube muito bom para jogar, gosto muito de trabalhar aqui. É um ambiente muito saudável, a cidade é muito boa, então estou voltando, fiquei sabendo que o grupo é forte e estou vindo para somar. A equipe está treinando há algum tempo e vou tentar o mais rápido possível, junto ao Luiz, passando meus trabalhos na parte física, para que eu venha me condicionar o mais rápido possível e poder começar a trabalhar com o grupo” ressaltou Tenório.

Texto de Bruno Kaehler


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