16 maio 2013

Torcida faz festa e Flamengo vence em Juiz de Fora



  No Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, o Flamengo venceu o Campinense, por 2 a 1, nesta quarta-feira, 15, e avançou para a terceira fase da Copa do Brasil. Após passar por Remo e pela equipe paraibana, o rubro-negro carioca terá pela frente o ASA, de Alagoas.

  O Flamengo saiu na frente, com um gol contra de Roberto Dias, logo no início do jogo. O Campinense, com Bismarck, respondeu logo em seguida, empatando a partida. No segundo tempo, Elias deu números finais, com um belo gol, que agitou a torcida que compareceu em peso ao Mário Helênio.

  A rádio web do Toque de Bola transmitiu ao vivo. No intervalo, entrevistas exclusivas com os presidentes do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, e do Campinense, Willian Simões.

  Início eletrizante

  A festa foi de tirar o fôlego em Juiz de Fora. Após o pontapé inicial de Adílio, ex-jogador e ídolo rubro-negro, que completou 57 anos na noite desta quarta-feira, 15, o Flamengo, embalado pela torcida, abriu o placar logo aos quatro minutos de jogo. Léo Moura foi acionado na direita, colocou dentro da área e contou com uma lambança da defesa. Wellington tentou tirar o perigo, mas cortou mal. A bola bateu em Roberto Dias e foi para o fundo do gol, sem chances para o goleiro Pantera.

  Enquanto os mais de 19 mil torcedores presentes ainda gritavam o nome do lateral-direito da equipe carioca, o Campinense respondeu. Jefferson Maranhense avançou pela esquerda e tentou a finalização cruzada. A bola desviou em Elias e sobrou para Bismarck, livre, deixar tudo igual.

  E foi a Raposa do Nordeste quem assustou após o empate. Explorando as costas de Léo Moura, Bismarck encontrou o lateral-esquerdo Panda. O camisa 6 dominou e bateu no canto de Felipe, que aceitou o chute. Para sorte do goleiro, o árbitro parou o lance, atendendo a marcação de impedimento do auxiliar.

  O Flamengo trocava passes, mas não conseguia furar o bloqueio paraibano. Bem marcado, o artilheiro Hernane pouco produzia. Aos 25, Rafinha foi quem teve grande chance. Em nova investida de Léo Moura, o camisa 7 deslocou  pela direita e recebeu grande bola já dentro da grande área e só não aumentou porque o capitão Roberto Dias se redimiu do gol contra e travou o chute da promessa rubro-negra.

  O primeiro tempo chegou ao final sem mais grandes lances, mas muita vontade das duas equipes. O Flamengo apostava nas jogadas laterais, enquanto o Campinense aproveitava e saía em velocidade no contra-golpe.

Estreia, golaço e olé

O segundo tempo foi menos movimentado que o primeiro. Jorginho pediu ao time para ter mais paciência com a bola e o Flamengo até tentou, mas não conseguia chegar com perigo ao gol de Pantera.

A primeira boa chance veio nos pés de Renato Abreu. O camisa 11, que no primeiro jogo marcou dois de falta na vitória de virada, teve mais uma oportunidade na bola parada. A falta era na intermediária, bem distante do gol de Pantera. Mesmo assim, o  “Urubu Rei” soltou uma pancada e a bola descaiu com perigo. Pantera foi bem e fez a defesa.

Com o jogo travado, Elias passou a ser a principal arma do Flamengo. Em uma jogada rápida de Ramon, o camisa 8 foi acionado dentro da grande área por Rafinha e de primeira bateu cruzado. A bola passou com perigo. Hernane foi outro que subiu de produção. Na primeira oportunidade, o camisa 9 recebeu na ponta esquerda e bateu com curva. A bola foi no meio do gol, sem perigo para Pantera. Na segunda chance, Pantera salvou. Ramon bateu o escanteio pela direita e “brocador” bateu de direita, forte, para bela defesa do goleiro.

Jorginho optou por mexer na equipe. Rodolfo entrou no lugar de Renato Abreu, que não gostou da substituição e teve que ser acalmado pelo auxiliar Ailton. Outra mudança foi a entrada de Paulinho, recém-chegado. O camisa 16 entrou no lugar de Rafinha e foi determinante no lance do gol da vitória.

Elias dominou no meio de campo, cortou a marcação e tocou para Hernane, que de primeira encontrou Paulinho na entrada da área. O estreante antecipou o zagueiro e tocou por cima para Elias, que bateu de primeira, marcando um golaço: 2 a 1.

O segundo gol deu tranquilidade ao time dentro de campo e muita alegria aos torcedores, que cantavam o hino e se divertiam, entoando o “olé”.

No quarto jogo que Jorginho conseguiu repetir a escalação, o Flamengo não convenceu, mas conquistou a vaga e saiu comemorando o apoio dos torcedores de Juiz de Fora. A equipe do Rio de Janeiro já tem jogo confirmado novamente no Mário Helênio, no dia 29 de maio, contra a Ponte Preta, pelo Campeonato Brasileiro.

  Flamengo: Felipe: Léo Moura, Renato Santos, Gonzalez e Ramon; Amaral (João Paulo), Elias, Renato Abreu (Rodolfo) e Gabriel; Rafinha (Paulinho) e Hernane. Treinador: Jorginho. Campinense: Pantera; Alberto (Thiago Granja), Edvânio, Roberto Dias e Panda; Welinton, Danilo Portugal (Edimar), Bismarck (Ricardo Maranhão); Dedé, Zé Paulo e Jeferson Maranhense. Treinador: Oliveira Canindé.

 Arbitragem: Cleisson Veloso Pereira, auxiliado por Guilherme Dias Camilo e Pablo Almeida Costa.

  Renda: R$ 653.612,50

  Público pagante: 18.211 torcedores

  Público presente (total): 19.286 torcedores

Texto: Igor Rodrigues


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