14 fev 2012

Convocação da seleção para enfrentar a Bósnia tem Ronaldinho Gaúcho dentro e Kaká fora. E Ricardo Teixeira, estaria mesmo deixando a CBF? Flu quer saída do “comentarista” Jorge Rabello



Rio de Janeiro (RJ), 14 de fevereiro de 2012

Na convocação para o primeiro amistoso da seleção brasileira em 2012, contra a Bósnia, em 28 de fevereiro, na Suiça, o técnico Mano Menezes manteve uma estrela, o meia flamenguista Ronaldinho Gaúcho e não repetiu o chamado de outra, Kaká, do Real Madrid.

Ronaldinho não foi lembrado na lista das últimas partidas do ano passado, quando jogadores que atuam no futebol nacional ficaram fora, mas vinha sendo chamado anteriormente. Já Kaká estava presente, mas não pôde jogar contra Gabão e Egito por ter se lesionado. Desta vez, fica fora.

Muitas mudanças em relação à lista anterior podem ser observadas: o goleiro Neto, da Fiorentina, não aperece, enquanto Rafael, do Santos, posível titular na Olimpíada, ganha chance e Júlio César, da Internazionale, volta a ter uma oportunidade.

Luiz Gustavo, volante do Bayern de Munique, Willian, meia do Shakhtar Donetsk, Bruno César, meia do Benfica, Dudu, meia do Dynamo de Kiev e Kleber, atacante do Porto, convocados da última vez, ficam fora agora que os jogadores no Brasil podem ser chamados.

Dentro do país, o Santos lidera a lista com três jogadores. Além do goleiro Rafael, Paulo Henrique Ganso e Neymar estão presentes. Danilo e Alex Sandro, laterais negociados recentemente com o Porto, também.

 Veja a lista de convocados:

Goleiros: Diego Alves (Valencia), Julio Cesar (Inter de Milão) e Rafael (Santos).

Laterais: Adriano (Barcelona), Alex Sandro (Porto), Daniel Alves (Barcelona), Danilo (Porto) e Marcelo (Real Madrid).

 Zagueiros: David Luiz (Chelsea), Dedé (Vasco), Luisão (Benfica) Thiago Silva (Milan).

Volantes: Elias (Sporting) Fernandinho (Shakhtar), Hernanes (Lazio) e Sandro (Tottenham).

Meias: Paulo Henrique Ganso (Santos), Lucas (São Paulo) e Ronaldinho Gaúcho (Flamengo)

Atacantes: Hulk (Porto), Jonas (Valencia), Leandro Damião (Internacional) e Neymar (Santos).

  Mano sem paciência com algumas perguntas

Na lista anunciada por Mano Menezes para o amistoso da seleção brasileira contra a Bósnia, uma das ausências mais comentadas foi a do meia Kaká. O jogador do Real Madrid esteve na última convocação, em novembro de 2011, mas se lesionou e perdeu os jogos contra Gabão e Egito.

Questionado sobre o porquê de deixar Kaká fora, o treinador não gostou. “Não tenho uma explicação para todos os jogadores que não foram convocados. É uma questão de opinião. São questões de avaliação, talvez a sequência tenha me mostrado algo que eu queria ver e não vi”, falou.

Já sobre os problemas salariais de Ronaldinho Gaúcho com o Flamengo – o jogador não recebeu parte de seus vencimentos nos últimos quatros meses, que deveriam ter sido pagos pela Traffic -, Mano Menezes disse que é uma questão que não lhe compete analisar.

“Quando da convocação (para o jogo contra Gana, em agosto de 2011), me perguntaram se era algo temporário ou se pensava nele como projeto. Me mantenho coerente ao que ele me disse. Questões internas pertencem à relação interna de cada clube”, falou o técnico.

Mano também foi questionado sobre os rumores da saída de Ricardo Teixeira do comando da CBF: “Não tenho nenhuma informação, e se tivesse, não diria. Isso não cabe a mim, não analiso hipóteses, especulações. São coisas muito importantes para um técnico de seleção se preocupar”.

Cronista aposta em saída de Ricardo Teixeira da CBF

A possível saída de Ricardo Teixeira da presidência da CBF já ultrapassou apenas os rumores. Segundo Juca Kfouri, comentarista dos canais ESPN, o dirigente pode deixar o comando da entidade após 23 anos no poder. No programa Linha de Passe desta segunda-feira, Juca falou sobre o assunto.

“É uma coisa que ultrapassou o ruído de boato, virou mais do que rumor, é quase um clamor. Como é o clamor popular pela saída dele. O que justificaria esse gesto? Talvez a consciência de um serviço já prestado: a seleção brasileira venceu duas Copas, o Brasil vai sediar uma Copa… E também a conclusão de que não teria chance contra o Platini na eleição da Fifa”, afirmou Juca Kfouri.

Informações sobre a possível renúncia de Teixeira foram publicadas nos blogs de Juca Kfouri, Vitor Birner e Ricardo Perrone, durante a última semana. O presidente da entidade que comanda o futebol brasileiro faria o anúncio até o final desta semana, ainda antes do Carnaval.

Desgastado por denúncias de corrupção, o primeiro indício para a saída dele seria a demissão de Marcos Antônio Teixeira, tio do presidente, da secretaria geral da CBF.

“Então, a decisão de ir desfrutar em Miami com a mulher e a filhinha o que ele amealhou nesses anos no futebol. Não é uma questão de saúde, como há uma versão – seria isso: uma medida de precaução. Mais ou menos quando vimos alguns anos atrás com Eduardo Farah na federação de São Paulo: desapareceu, saiu da ribalta”, disse Juca Kfouri, durante o Linha de Passe desta segunda.

Se a renúncia for confirmada, o vice mais velho, José Maria Marin assumiria a presidência da CBF. O dirigente ficou marcado por ter colocado no bolso uma medalha durante a premiação da Copa São Paulo de juniores deste ano. Além de deixar a entidade, Teixeira sairia do Comitê Organizador Local da Copa de 2014. Vale lembrar que a relação de Teixeira com a presidente Dilma Roussef não é boa.

No comando da CBF desde janeiro de 1989, Ricardo Teixeira terminou o seu quinto mandato consecutivo em 2007. No entanto, após um acordo, ficou decidido que o dirigente seguiria no comando da entidade até a Copa do Mundo de 2014.

A gestão de Teixeira foi marcada por algumas denúncias de corrupção, como acusações de nepotismo em cargos da CBF, fechamento de contratos irregulares e ruins para o futebol brasileiro e um escândalo de suborno com a ISL, antiga parceira da Fifa, na Suíça. O cartola também foi alvo de investigação em CPIs, como a da CBF-Nike e a da organização do Mundial de 2014.

Durante os 23 anos que esteve na presidência da CBF, a seleção brasileira conquistou duas Copas do Mundo, em 1994 e 2002. Considerando todas as categorias, foram 11 títulos mundiais e 27 sul-americanos.

  Flu não engole “pitacos” e quer exoneração do comandante da arbitragem no Rio 

O presidente do Fluminense, Peter Siemsen, anunciou por meio de nota que vai encaminhar, nesta terça-feira, à Federação de Futebol do Rio (FFERJ), uma representação pedindo a exoneração do presidente da comissão de arbitragem da entidade, Jorge Rabello. O dirigente do clube tricolor classificou como “parcial” o comentário de Rabello a respeito da arbitragem de Antonio Schneider no clássico de domingo, vencido pelo Vasco, por 2 a 1.

“Eles reclamam de arbitragem porque é melhor falar sobre isso. Por que não explicam que o Fluminense não vem jogando nada?”, disse Rabello. “Por que com uma folha salarial de R$ 7 milhões empata com o Duque de Caxias, que tem uma folha de R$ 100 mil? Por que o Fluminense é sempre dominado no segundo tempo?”, indagou.

Na nota, o presidente do clube afirma que “caso o pedido (de exoneração) não seja atendido, o Fluminense irá a todas as instâncias da Justiça Desportiva e, se necessário, da Justiça Comum, para vê-lo (Rabello) fora da Comissão de Arbitragem”.

Nesta segunda, na reapresentação do elenco, o único ausente foi o atacante Fred, expulso contra o Vasco, liberado para resolver problemas particulares. O time enfrenta o Americano, quarta, às 22h (de Brasília), fora de casa, e precisa da vitória para continuar com chance de classificação às semifinais da Taça Guanabara.

Texto e informações: www.espn.com.br

 


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