09 dez 2011

Kashiwa Reysol é o adversário do Santos na semifinal do Mundial. Frio do Japão quase congela o Peixe no treino realizado em Nagoya



Nagoya, Japão, 11 de dezembro de 2011

O Santos já sabe qual será o seu adversário na semifinal do Campeonato Mundial Interclubes. Na manhã deste domingo, 11, Kashiwa Reysol (Japão) e Monterrey (México) empataram em 1 a 1, no tempo regulamentar, em partida válida pelas quartas-de-final da competição. O resultado levou o jogo para a prorrogação, que também terminou empatada, mas por 0 a 0. Na cobrança por pênaltis, a equipe japonesa, treinada pelo técnico Nelsinho Batista, levou a melhor e venceu por 4 a 3. Coube a Harashi, atacante que entrou no segundo tempo, fazer a cobrança que garantiu o Kashiwa na semifinal. Os brasileiros Leandro Domingues e Jorge Wagner, e o japonês Kurisawa também converteram suas cobranças. Antes de enfrentar o Monterrey, os semifinalistas já haviam derrotado o Auckland City (Nova Zelândia), por 2 a 0. Na quarta-feira, às 8h30m (horário de Brasília), Kashiwa e Santos se enfrentam.

Na madrugada deste domingo, também foi conhecido o adversário do Barcelona. O Al Sadd, do Qatar, derrotou o Espérance, da Tunísia, por 2 a 1, e vai enfrentar o Barça, na quinta-feira, às 8h30m. Al Khalfan e Koni marcaram para o Al Sadd, enquanto Darragi descontou para a o Espérance.

Peixe sofre com o frio

O grande vilão do Mundial de clubes no Japão até aqui já foi eleito pelos envolvidos na competição. Jornalista, jogador ou dirigente, todos têm sofrido com o frio do fim de outono nipônico nos primeiros dias no país.

O Santos começou a sentir o que o espera daqui para frente durante o primeiro treino em Nagoya, na quinta-feira. Os jogadores tiveram que usar luvas, gorros e calças para suportarem a baixa temperatura de 10 graus.

Depois da atividade, o elenco foi descansar no conforto do hotel, mas o técnico Muricy Ramalho e parte da comissão técnica santista colocaram a pele à prova novamente para verem à noite a partida de estreia do Mundial, entre Auckland e Kashiwa Reysol.

Os brasileiros conseguiram ver apenas parte do jogo e foram obrigados a deixar o estádio antes do final dos 90 minutos tamanho era o frio, que àquela altura já atingia os 4 graus. “Isso aqui está uma geladeira”, comentou Muricy.

Até mesmo a Fifa se preocupou com o clima na noite dessa quinta. Quando uma névoa entrou no campo por trás de um dos gols e tomou conta de parte da arena em Toyota, região de Nagoya, durante o segundo tempo do jogo, representantes da entidade que coordena o torneio temeram pela continuação da partida.

Para se acostumar com o frio, que deve ser ainda maior em Yokohama, cidade-sede da final do Mundial e casa do Santos caso o time vença o jogo de estreia, dia 14 – não é incomum nevar nesta região em dezembro -, o clube tomou os devidos cuidados e a partir de hoje começou a treinar mais tarde. A atividade desta sexta ocorreu às 19h do Japão ou 8h de Brasília, horário próximo ao que o time fará a estreia no torneio internacional. Depois do treino, os jogadores reclamaram de dores nos dedos na hora de chutar a bola.

O meia Elano lamentou que não seja possível usar gorros durante os jogos, mas disse que pretende usar uma calça térmica em campo. O zagueiro Edu Dracena lembrou dos tempos de Fenerbahce, na Turquia, para amenizar a situação. “O que a gente fazia era passar pomada para dar uma aquecida no pé e cobrir o maior número de lugares possíveis: a mão, a orelha…”

 Texto e informações: www.espn.com.br


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