27 mar 2013

Poloneses “avalizam” recursos eletrônicos para árbitros do vôlei



A tecnologia para o auxílio de árbitros, que será usada nas finais das Superligas masculina e feminina 12/13, é um sucesso na Polônia desde a temporada 11/12. O recurso, que conta com o aval da Federação Internacional de Voleibol (FIVB), teve experiências positivas em duas temporadas no vôlei polonês, no Mundial de Clubes, em Doha, no Catar, e durante a última edição da Champions League, a mais tradicional competição de equipes da Europa.

Segundo Andrzej Jarzyna, CEO da empresa TDS Polska Sp. Z o.o., responsável por desenvolver e implementar a tecnologia, o sistema veio para ficar. Em entrevista ao site da CBV, Jarzyna avaliou a experiência na Europa, a aceitação perante árbitros, atletas, público e mídia, os pontos a melhorar, a expectativa para o uso da tecnologia no Brasil, entre outros assuntos.

  Experiência polonesa

‘Nós temos a experiência de duas temporadas no voleibol da Polônia. No início, tivemos que ensinar os árbitros como usar e se comportar durante os jogos. Essa tecnologia força os árbitros (principalmente os de linha) a melhorar suas performances. Hoje achamos que jogadores, técnicos e times não imaginam o voleibol sem esse sistema. Essa tecnologia tranquiliza a atmosfera dos jogos e diminui a discussão sobre possíveis erros. A mídia recebeu isso muito positivamente. No entanto, acredito que precisamos melhorar a comunicação com os fãs.’

 O início

‘Iniciamos o uso dessa tecnologia na Polônia na temporada 2011/2012. Esse sistema também foi usado durante o Mundial de Clubes, em Doha, no Catar, em 2012, e durante a fase final da Champions League, na Europa, em 2013.’

 Benefício para o voleibol

‘Acredito que são dois benefícios principais. O primeiro é na atmosfera do jogo que ocorre sem tantas reclamações e exaltações. O segundo é a eliminação ds erros dos árbitros que poderiam afetar o resultado final da partida.’

  Dificuldades

‘A maior dificuldade para nós, na Polônia, é a logistica. Nós sempre precisamos fazer uma instalação temporária do sistema em cada partida diferente.’

   Tecnologia no Brasil

‘Acredito que a implementação será positiva. O jogo de voleibol normalmente é complicado e, com certeza, não existem árbitros perfeitos. Se dermos para os jogadores uma solução na qual eles podem confiar, eles acreditarão que niguém tirará a vitória deles. Sabemos que temos muito trabalho a fazer ao lado da Confederação Brasileira de Voleibol. Todos os árbitros precisam ser treinados e os times têm que entender como o sistema funciona.’

Texto, foto e informações: portal Confederação Brasileira de Voleibol


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