23 jan 2018

Barroso quebra silêncio e cita nomes de 3 titulares que sofreram com virose no sábado



Alexandre Barroso disse que não comentou sobre a virose após o jogo para não parecer que estava dando desculpa

  Após a dura derrota do Tupi por 5 a 2, em casa, para o Uberlândia no sábado, dia 20, pela segunda rodada do Campeonato Mineiro, uma questão extra-campo foi levantada inicialmente pelo dirigente Nicanor Pires e ainda está gerando polêmica.

  Trata-se de uma suposta virose que teria atingido alguns membros da equipe e até da comissão técnica, fato que foi abordado com mais detalhes na manhã desta terça-feira, pelo técnico Alexandre Barroso.

 “Soro na veia”

   Ao término do coletivo do time, no Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, pouco antes da viagem para Belo Horizonte, onde enfrenta o América nessa quarta feira, dia 24, 19h30, o comandante Carijó quebrou o silêncio e explicou por que não abordou o assunto na entrevista coletiva concedida logo após a goleada. Confira as palavras do treinador:

   “Eu poderia ter me escondido atrás desse fato para justificar a derrota. Vocês não me viram fazer isso. Nós tivemos oito casos de virose. Nosso fisiologista foi para a Santa Casa, se internar com soro na veia, jogadores passando muito mal uma hora antes do jogo. Perdemos por causa disso? Não. Mas é um fator que contribui e muito. Achei imprudente comentar isso depois o jogo, porque poderia parecer que eu estava jogando a derrota na conta da virose e da desidratação. Vocês não têm ideia da manobra que fiemos de sexta para sábado por conta disso. Uma coisa de doido. Infelizmente aconteceu, e é algo que está completamente ora do nosso controle. Tomamos todas as providências necessárias para que os jogadores tivessem a mínima condição de jogo, mas ainda sim alguns deles sentiram.”

  De acordo com o treinador, entre os jogadores que enfrentaram a virose estão o lateral Afonso, autor do segundo gol do Tupi, o meia Leo Costa e o zagueiro Sidimar. Este, segundo Barroso, foi um dos atletas que mais sentiram os efeitos. O defensor, referência da equipe portando a braçadeira de capitão nos jogos, vinha de uma temporada inteira sem participar de partidas oficiais quando foi contratado. No sábado, porém, transformou-se em alvo de muitas críticas dos torcedores após a virada do Uberlândia, de 2 a 1 para 5 a 2.

 

Texto: Toque de Bola, com reportagens de Bruno Brigatto, estagiário

Fotos: Toque de Bola

 


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