23 set 2017

Leandro Brasília convoca a torcida do Tupi: “Peço que venha nos apoiar, que acredite”



   A derrota de 2 a 0 para o Fortaleza na primeira partida do mata-mata da série C teve tempos diferentes em termos de atuação do Tupi. O volante Leandro Brasília garante que o time tirou lições do duelo de ida contra os rivais cearenses. Isso será importante já que para poder avançar na competição o Carijó precisa vencer por três tentos. O atleta ainda pede atenção de todos, pois acredita que o jogo será decidido nos detalhes.

  Cobertura  

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   Partida  começa às 20h30 no Estádio Municipal Radialista Mário Helênio. A partir de 18h apresentamos os bastidores do jogão.

   Apoio: Plasc, Prefeitura de Juiz de Fora, Faculdade de Educação Físca – Faefid-UFJF e Hiperroll Embalagens.

 

 Tempos distintos

Leandro Brasília: “Eu sei que tem muita gente duvidando. Antes, muitos duvidaram mas chegamos no mata-mata”

“Foram dois tempos distintos. Fizemos um primeiro tempo maravilhoso, tivemos oportunidades e o time deles não. Só um chute do lateral esquerdo de fora da área, que não chegou à nossa meta. Mas acabamos entrando no segundo tempo desligados. E o que temos que tirar de lição é a atenção, jogo decisivo é detalhe. Eles vieram para cima, a torcida apoiando e acabamos tomando um gol muito rápido. Depois foi o pênalti. Mas graças a Deus o Paulinho (goleiro Paulo Henrique) estava em uma tarde maravilhosa, porque poderia ter sido pior se não fosse ele. Agora é tirar isso de lição, e quem errar menos vai ter esse acesso, espero que seja o Tupi. Eu sei que tem muita gente duvidando, mas desde já peço a torcida que venha nos apoiar, que acredite, porque antes muitos duvidaram mas chegamos no mata-mata”, afirma Brasília

    O volante teve uma chegada diferente dentro e fora de campo. Fora, foi discreta, chegou no meio do campeonato e não foi nem apresentado. Já dentro de campo a história foi outra. A estreia ocorreu contra o Volta Redonda no Mário Helênio e o atleta apresentou logo seu cartão de visitas marcando dois, além de cumprir excelente atuação. Agora com a ausência de Diego Luís, único meia armador do time, Brasília se mostrou disposto a atuar nessa função. “Se o Aílton optar, já atuei como meia, já joguei aberto pelos lados, como lateral direito e até primeiro volante. Graças a Deus, desde quando cheguei tenho feito várias partidas boas para ajudar a equipe do Tupi e não vai ser diferente desta vez. Vou dar minha vida dentro de campo, dar o meu melhor e se não conseguirmos o objetivo – que não é o que almejamos, queremos o acesso – vamos sair de cabeça erguida pela campanha que nós fizemos Chegamos no mata-mata desacreditado de todos, e vivos ainda, porque mesmo perdendo fora de casa de 2 a 0, temos totais condições de fazer um grande resultado”, garante.

   Motivação, triangulação e ultrapassegens

  “Um jogo desse não precisa de motivação, com o jogo em si você já entra motivado. O que precisamos fazer é jogar o que não jogamos lá em Fortaleza. A gente só se defendeu, neutralizamos as jogadas deles, fomos bem no primeiro tempo e no segundo não conseguimos e eles acabaram fazendo o placar. Agora precisamos jogar. Ter mais triangulação na frente da área, ter ultrapassagem, os laterais chegaram ao fundo e entrarmos com bastante homem dentro da área para tentar fazer o primeiro e consequentemente o segundo pra voltar à disputa. Sabemos que não será fácil, eles estão com o regulamento debaixo do braço, com vantagem de dois gols, mas sabemos como é o futebol. Precisamos fazer um bom jogo e espero que a torcida nos apoie do começo ao fim e que possaos conseguir esse acesso tão sonhado não só pelos torcedores, mas pelos jogadores também”, disse o volante.

  Equilíbrio será fundamental

 “Está todo mundo focado. A gente sabe o que tem que fazer aqui dentro de casa, precisamos ganhar por dois ou mais gols. Não é uma missão fácil, é uma missão muito difícil. Mas sabemos do que mostramos dentro de casa na competição, temos qualidade pra fazer os gols e segurar o ímpeto do adversário. Vamos neutralizar os lados positivos deles para fazermos uma grande partida e conseguir o acesso. Temos que ter paciência para buscar o primeiro gol com organização, não sair no desespero. Sabemos que se chegar a um certo tempo e não conseguirmos fazer o gol, vai bater ansiedade, vai bater o desespero. Mas temos que estar com o pensamento positivo e com equilíbrio para saber fazer a melhor jogada, não tomar decisões precipitadas. E não deixar para o segundo tempo, que possamos fazer 1 a 0 logo no primeiro tempo, para dar uma tranquilidade a mais. Estamos pedindo para os meninos lá atrás segurar a bronca, para não tomarmos o gol e ficar vivo nos 90 minutos e ir pra cima do Fortaleza”, finaliza Leandro Brasília.

 

Texto com reportagem de Patrick Alves, estagiário do Toque de Bola, edição e supervisão Ivan Elias, Toque de Bola

Arte: Toque de Bola

Foto: Toque de Bola

 

 

 


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