01 set 2017

Edmário sente púbis novamente e preocupa: “Está ‘arrastando a fantasia’ há muito tempo”, diz Aílton



  Um dos destaques do setor defensivo do Tupi, o zagueiro Edmário preocupa a comissão técnica. Com dores no púbis, o atleta não participou do coletivo e virou dúvida para o duelo da próxima segunda, dia 4 de setembro, diante do Volta Redonda na Cidade do Aço.

  “O Edmário é um zagueiro que tem dado conta, está em um momento muito bom e preocupa. Sem dúvida sentiremos falta, mas estamos trabalhando para que ele possa diminuir essa dor. Já vem jogando ‘arrastando a fantasia’ há muito tempo e espero que ele possa ficar bem. É um jogador alto, que ganha todas as bola aéreas, mas também tem velocidade, nos ajuda bastante e torcemos para que ele possa estar inteiro. Se não for, temos outras opções”, afirmou Aílton.

  O elenco Carijó treinou mais uma vez sob portões fechados, e durante boa parte da atividade realizada no Mário Helênio, na última quarta-feira, 30, ninguém teve acesso ao campo. A imprensa foi liberada para acompanhar apenas os momentos finais do trabalho (cerca de 15 minutos).

  Além da ausência de Edmário, o time deve sofrer algumas mudanças. A possível escalação do Tupi para a próxima partida deve contar com Paulo Henrique, Lucas, Patrick, Fernando e Bruno Santos, Marcel e Leandro Brasília, Andrey, Diego Luís e Marcinho, Romarinho.

Segundo o site globoesporte.com, caso Edmário não jogue, Patrick deve ser o substituto formando dupla de zaga com Fernando. A outra mudança deve ocorrer no ataque, com Romarinho voltando a ser titular na vaga de Ítalo. Mas de acordo com o treinador, o time ainda não está definido. “O Romarinho é um atleta que tem nos ajudado bastante, um jogador de explosão, tem o mano a mano, e isso pra gente é muito bom. Ele fez parte dentro desse contexto que eu passei de testar situações de ataque e defesa, e está bem, contamos com ele, mas ainda não defini como vou entrar. Eu nunca entro com o time para jogar sem os atletas saberem. A semana é longa e teremos chances de fazer vários treinamentos, ainda falta a parte tática para que possamos estar mais firmes, juntos e coesos. Nosso time às vezes está um pouco disperso, espaçado, e estamos procurando diminuir isso, juntando as linhas, para voltar a ter o jogo apoiado”, ressalta o comandante.

Romarinho ainda não balançou as redes

Romarinho em branco

O atacante Romarinho também falou aos jornalistas. Ele comentou sobre a possibilidade de retornar à equipe inicial e a falta de gols, já que o jovem ainda não balançou às redes com a camisa alvinegra. “O Aílton é um cara que conversa muito com a gente, passa muita confiança, não fui titular nos últimos dois jogos, mas treinei hoje. Tem a chance de eu começar e estou preparado, treinando forte para ser titular. Eu sou atacante, é claro que me preocupa (a falta de gols), eu tenho que fazer gol. Acho que não estou fazendo meu melhor campeonato, mas estou buscando melhorar, faço alguns jogos bons e outros nem tanto. Posso melhorar muito ainda para nessa fase final ajudar seja com gols ou passes. Temos um grupo de muita qualidade, atacantes muito bons. Se ele (Aílton) preferir colocar outros e eu tiver que esperar, vou aceitar e quando entrar dar o máximo”, garantiu o atacante.

Confira outros trechos da entrevista de Aílton Ferraz.

Treinador Carijó em entrevista no Estádio Mário Helênio

Adversário duro

“Sabemos da dificuldade que teremos, o Volta Redonda é uma equipe que se movimenta muito, de transição rápida, com o Dija Baiano, e não podemos nos expor. Fiz várias situações dentro do treinamento, para que possamos escolher a melhor. Ainda teremos outro coletivo para que possamos definir e definir com êxito. Acho que todas as definições têm dado êxito, porque nos últimos jogos foram duas vitórias em casa, e não perdemos para um time que eu considero o melhor do campeonato que é o Botafogo, embora não está bem na tabela. Mas é um jogo muito difícil, tenho certeza que a torcida vai, irão fazer alguma promoção, e gente tem que estar com a bola nos pés. Estamos errando demais nisso. Na minha chegada aqui, tínhamos uma base de pelo menos 15 a 20 toques, hoje estamos conseguindo dar seis, sete. É isso que tem atrapalhado o nosso desenvolvimento. Quando você não consegue prender essa bola e manter a posse, dá a chance de toda hora o adversário te atacar”.

 

Olhando para o grupo A?

“Lógico, estou olhando sim, mas também preocupado com a nossa situação. Existem possibilidades de riscos, e temos que focar muito nessa situação. Passei para eles a importância da gente não perder esse jogo. Sempre vamos para ganhar. Mas não podemos perder esse jogo, soma mais um ponto, para depois tentar o primeiro lugar. A vaga está bem encaminhada, mas não estamos classificados ainda. Por isso olhamos lá (na outra chave), porém a atenção maior é no nosso grupo”.

 

Queda de rendimento

“Não vou dizer que é normal, mas houve uma queda sim, e estamos tentando ajustar isso. A sorte não estará toda hora do nosso lado. Mas o trabalho que temos feito, a união e a entrega fazem com que essas coisas venham a acontecer. O importante é que eles estão muito cientes de que precisamos decolar de novo, para conseguir”.

 

 


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