25 ago 2017

Aílton na torcida: “Que antes do último jogo nossa classificação já esteja resolvida”



  O Tupi pode dar mais um grande passo rumo ao “mata-mata do acesso” neste sábado, 26, contra o Botafogo-SP, às 15h no estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto.

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   Mais três pontos já?

   A partida é válida pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série C, e o Carijó vai em busca da vitória, já que um triunfo fora de casa além de deixar o time mais próximo da classificação, complica a vida dos rivais do interior paulista, adversário direto. “Tem que pensar (na vitória), porque eu vejo que precisamos de três pontos. E esses pontos saindo o mais rápido possível, te dá uma possibilidade de depois mexer na equipe mais na frente, dar oportunidade para quem não jogou ainda. Sabemos que é difícil, a gente pensa em algumas situações, mas na prática é diferente. Estamos indo no caminho certo, espero que possamos render bem e colocar em prática o que estamos treinando, para conseguir o nosso objetivo”, garantiu Aílton, depois do treino de quarta-feira, no Estádio Mário Helênio.

   Vaga antecipada

  O treinador ainda afirmou que pretende obter a vaga antes da última rodada. “O que esperamos é que antes do último jogo em casa, a nossa classificação já esteja resolvida. Não será fácil, são jogos de seis pontos, sabemos disso, o Botafogo é uma equipe muito qualificada. Mas vamos tentar obter os três pontos. Se não der, trazendo um ponto de lá é muito bom, e a vitória com certeza já nos deixa em uma posição de classificação. Depende só da gente”, acrescentou.

   Precaução

  Mesmo com o otimismo, Aílton pode ter uma dor de cabeça para o confronto do fim de semana. O meia Andrey, que havia sofrido uma pancada no treino de terça-feira, 22, foi poupado do treinamento, e não participou do coletivo. O jogador trabalhou à parte com a preparação física e é dúvida para o jogo. “Nós temos a preocupação de primeiro zelar pela parte física do atleta. Quando o Maranhas (José Roberto, dirigente responsável pelo departamento médico do clube) passou que ele (Andrey) não poderia participar do coletivo, fizemos outro tipo de trabalho. É um jogador que vem jogando e por isso não perde ritmo. Se ele estiver bem, vai para o jogo. Mas se não tiver, fizemos algumas alternativas ali para que possa substituí-lo bem. Ele viaja com o grupo”, afirmou o comandante.

  Portões fechados

  Como ocorreu na última semana, o treino coletivo foi fechado para a imprensa, que só teve acesso à primeira parte, em que o treinador comandou uma atividade tática, com o elenco dividido em três equipes. Nessa parte, foi possível identificar que Marcinho ficou com a vaga de Andrey. No ataque há outra dúvida quanto à volta de Romarinho, que pode herdar a vaga de Juninho, já que o “filho do Peixe” entrou bem no jogo diante do Mogi. Com isso o time deve ser escalado com Paulo Henrique, Lucas, Fernando, Edmário e Bruno Santos, Marcel e Leandro Brasília, Andrey (Marcinho) Diego Luís e Romarinho (Juninho), Ítalo.

   O treinador pode também optar pela volta do esquema com três zagueiros, já que fora de casa costuma ser utilizado. “Não pelo histórico e sim pelo resultado que nós tivemos contra o Macaé lá, 3 a 1 jogando com três zagueiros. Mas se não formos (com os três zagueiros), é com a ideia de tentar manter um padrão para os jogos restantes. Eu vejo também o time jogando com uma linha de quatro muito consistente e ficamos nesse empecilho”, disse Aílton.

  Confira outros trechos da entrevista do técnico Carijó.

 

Aílton alterna pés no chão com esperança de “imitar” Vampeta

Romarinho ganhou pontos pela atuação contra o Mogi?

“Na verdade ele nunca perdeu pontos. Não só ele como os demais estão sempre bem pontuados e têm o meu respeito. Só que às vezes a gente mexe, precisa de um que prenda mais a bola, ou um que tem o mano a mano diferente, que é o caso do Juninho, um jogador rápido. Temos essas alternativas e isso é bom, eles entenderam, sabem o momento de cada um. O Romarinho entrou no momento certo, muito bem, e ficamos felizes com isso. Agora tenho certeza: se precisar entrar jogando, entrará bem. O importante é o grupo ter consciência de que precisa trabalhar, porque em um momento podem ser utilizados. Isso não é sorteio, é tudo treinado”.

Jogadores à disposição

“Ficamos felizes com isso (ter todo o elenco à disposição na reta final), é sinal de que o trabalho está sendo bem monitorado. Mesmo assim há algumas situações que fogem do controle, em termos de pancada, porque queremos que o time reserva jogue forte também. Às vezes há um contato a mais, e vem uma dorzinha daqui outra ali.  Mas nada que evite do atleta estar jogando. O importante para qualquer treinador é poder contar com o seu elenco”.

Mago?

“Eu sou mais um ingrediente para fazer o bolo. Não me vejo como ‘mago’, eu não recebo isso, sou operário da bola. Sabemos da importância que tem um treinador, mas tenho um auxiliar que me ajuda muito, o Ricardo (Leão) é um cara super inteligente e tem me ajudado bastante nas decisões. Temos uma comissão em que converso com todo mundo antes, é lógico quem decide sou eu. Porém não sou centralizador. O segredo do nosso trabalho foi a humildade de todo mundo, não deixou a vaidade entrar. Mas sabemos que ainda falta muita coisa para acontecer”.

Rolar igual o Vampeta

“Se vier essa classificação vou fazer igual o Vampeta. Vou rolar, não em Brasília, mas vou rolar em algum lugar (risos). Será uma coisa de Deus. Sabemos que em muitos jogos deixamos a desejar, e que em alguns jogos em casa a equipe não atuou bem, mas a vitória veio. Achar uma bola, fazer um gol, tentar segurar e se tiver oportunidade, tentar ampliar. A gente vê a dificuldade do campeonato, são times muito fortes, altos, nosso time não é alto, encontramos dificuldade nisso. Mas num todo acho que o trabalho tem sido bom, desde o mineiro, o número de vitórias é bem maior que o de derrotas. Ficamos felizes de poder ter colaborado com uma equipe que inicialmente estava muito mal no mineiro, que na série C ninguém acreditava e que no final, as coisas estão mudando. E para carimbar isso com perfeição, precisamos classificar”.

 

Texto: Patrick Alves, estagiário do  Toque de Bola, com edição e supervisão Ivan Elias, Toque de Bola

Fotos: Toque de  Bola 

Artes: Toque de Bola, com informações do site da Confederação Brasileira de Futebol


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