13 out 2014

Cria do Nordeste, Henrique quer mais uma vez entrar na história como algoz



Aos 28 anos, o lateral-direito e meio-campo, Henrique Loureiro dos Santos, ou simplesmente Henrique e, para os mais próximos, “Baiano”, vive a ansiedade de nova chance de estar na história do Tupi, clube em que já faz sua quarta passagem. Revelado no Bahia e campeão da Série D em 2011 pelo Alvinegro juizforano, o jogador admite ser impossível não recordar a época vitoriosa.

“Realmente é um momento muito especial e não tem como fugir dessas lembranças boas. Esperamos agora concretizar mais uma vitória pelo clube, desta vez contra o Paysandu. Sabemos que é um dos jogos mais importantes da história do Tupi e todos vamos dar o máximo para buscar esse objetivo que nos coloca mais uma vez na história do Tupi”, garantiu o lateral.

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Jogador é favorito para ocupar vaga na lateral-direita se Marcelinho não se recuperar a tempo dos jogos

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Com carga máxima de ingressos liberada para a partida de ida das quartas de final da Terceirona contra o Paysandu, no Mangueirão, sábado, 18, Henrique, que conhece bem o comportamento do torcedor do Norte e Nordeste, por ter iniciado carreira e atuado por muitos anos em clubes da região, afirmou preferir Estádio cheio, lembrando que o desempenho em campo é o que predominará.

“Nós sabemos que será difícil, mas todo jogador quer jogar com público, em casa cheia. Particularmente gosto muito dessa situação. Como sou do Nordeste, sei que a torcida apoia bastante, então é como o Léo Condé falou, é boa a pressão da torcida, mas o que prevalece é dentro de campo”.

Extra-campo

Perguntado sobre uma possível força política maior a favor do Papão, já que clubes do Norte e Nordeste do Brasil não protagonizam as principais divisões do futebol nacional, Henrique não negou a possibilidade, mas garantiu que o Carijó está preparado para as adversidades.

“Existem essas situações, já que equipes do Norte e Nordeste têm pouca representatividade nas Séries A e B, mas o Tupi está vacinado sobre esta situação e só nos resta jogar bola, como viemos fazendo durante a competição, respeitando a equipe do Paysandu, que é tradicional, mas o que vale é dentro de campo”.

 

Texto: Bruno Kaehler

Foto: Toque de Bola


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