09 abr 2014

Equipe de bocha do JF Paralímpico disputa Regional Leste em Petrópolis



Juiz de Fora terá a maior delegação de bocha adaptada em uma competição. Onze atletas do programa JF Paralímpico, da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL), participam da Regional Leste de Bocha a partir desta terça-feira, 8, até sexta, 11, em Petrópolis. Em 2013, a delegação participou com quatro atletas, e dois deles conseguiram a classificação para o Campeonato Brasileiro.

Os objetivos na competição, segundo a técnica da equipe Adriana Guarino, são tentar nova classificação para o Brasileiro, com os atletas mais experientes, e fazer a classificação funcional dos atletas que começaram a treinar há pouco mais de dois meses. “Será um teste de superação. Vamos ter contato com outros atletas, outras formas de jogar e, para quem está começando, observar como o outro joga é tão importante quanto disputar. Será, com certeza, uma oportunidade de aprendizado incrível para eles”, explicou.

Leonina Gabriel da Costa é mãe de Taiza, que pratica bocha adaptada desde 2009. Ela ressaltou a importância da participação dos atletas em competições como esta. “Quando eles jogam não podem ser auxiliados por nós, pais. Eles precisam ter autonomia, tomar suas próprias decisões. Sempre soube que minha filha tinha potencial, mas ela consegue me surpreender a cada dia”, revelou.

DSCN3419 foto PJF

    Hilda Mariano dos Reis viaja acompanhando os filhos Elenilda, 37 anos, e Alexandre, 24. ”É a primeira vez que levo meus filhos a uma competição. Eu nunca imaginei que eles filhos pudessem fazer isso. O Alexandre nem gostava da fisioterapia e da escola. Agora quer jogar bocha todo dia”, comemorou, emocionada. Ailton José de Deus, pai de Cassiano, 19, também enumera os resultados obtidos pelo filho: “Em puco mais de um mês ele começou a ter mais facilidade de movimentar o braço, de locomoção, só pensa em jogar bocha todo dia. Ficou tão ansioso pra viajar que passou mal. O esporte melhorou em cem por cento a vida dele e eu só tenho a agradecer”.

Alda Maria Franca Maximiniano, 53, começou na bocha adaptada no início de março. Aluna da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Juiz de Fora (Apae-JF), ela se prontificou a dar seu depoimento: “No início, quase desanimei, porque achei difícil. Mas estou gostando muito e meu controle motor melhorou bastante”. Os relatos reforçam a avaliação do secretário de Esporte e Lazer, Francisco Canalli. Ele afirmou que “o esporte é capaz de tirar estas pessoas da inércia. Estamos mostrando que há opções para estes deficientes, que eles podem, sim, praticar um esporte. E é através da prática esportiva que eles passam a acreditar na própria capacidade. Eles voltarão da competição se conhecendo mais, mais confiantes naquilo que podem e são capazes de fazer”.

 

 * Informações: assessoria de comunicação da SEL (32) 3690-7829

Texto e fotos: assessoria da Secretaria de Esporte e Lazer da Prefeitura de Juiz de Fora


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