24 abr 2014

Condé põe derrota na conta da diferença técnica e falta de ritmo. Rodrigo e Dieguinho são regularizados



Após a derrota do Tupi para o Fluminense por 3 a 0 nesta quarta-feira, 23, o treinador carijó, Léo Condé, justificou o resultado pela diferença de investimento entre as equipes e consequente nível técnico dos elencos. Mesmo com o contexto desfavorável, o comandante também assumiu que a equipe não teve boa atuação e que ainda procura por reforços para a Série C.

“Cometemos erros? Sim, principalmente em algumas chances de gols que tivemos e não concluímos bem, ao contrário do Fluminense que teve e soube definir a jogada. Tivemos algumas situações de erros de posicionamento defensivo, que vamos ter a possibilidade de fazer essas correções, mas acho que hoje o principal motivo da derrota é a qualidade da equipe do Fluminense. Mas fiquei feliz com a atuação de muitos jogadores nossos e acho que temos um caminho bacana pela frente e com mais duas ou três contratações, temos tudo para fazer uma boa Série C”, analisou Condé.

Outro ponto levantado pelo treinador em entrevista foi o fato de que o Carijó não atuava em partidas oficiais desde a última rodada do Campeonato Mineiro, em derrota para o Guarani, no dia 16 de março.

“Nós enfrentamos equipes de Série B e hoje existe uma discrepância muito grande em relação aos times de Série A para a segunda divisão e inferiores, porque o nível de investimento é muito alto. A gente vê o Fluminense com pelo menos três jogadores de Seleção Brasileira, caso do Fred, Diego Cavalieri e Jean, além do Conca, pela argentina. E com essa diferença de nível e a falta do ritmo de jogo, acaba que tudo isso influencia, o futebol é um apanhado de situações para que aconteça o que houve hoje. Faltou esse ritmo de jogo, meu conhecimento com os atletas  também, apesar de já ter trabalhado com alguns jogadores, muitos ainda não conhecia. A tendência agora é, em cima da avaliação deste jogo, para domingo, contra o Macaé, a gente já possa fazer alguns ajustes e com esse ritmo de jogo que vamos adquirindo com a sequência de jogos, tenho certeza de que o Tupi tem tudo para trilhar um caminho bacana na Série C”, disse Condé.

 

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                                 Rodrigo e Dieguinho são regularizados. Condé assume que equipe sentiu falta 

Sem estarem aptos para o jogo contra o Fluminense, por falta de regularização junto ao Boletim Informativo Diário (BID) da CBF, o paredão do Tupi, Rodrigo, e o meio-campista ex-Nova Iguaçu, Dieguinho, obtiveram inscrição nesta quinta-feira e devem jogar na estreia da Série C contra o Macaé, também no Mário Helênio, às 16h. Condé assumiu que o time sentiu falta dos jogadores contra o Fluminense.

“Não digo que tenham sido determinantes para o resultado adverso que sofremos, mas não resta dúvida de que fizeram falta. O Rodrigo, desde que cheguei, vem trabalhando bem e está em um momento muito bom. Com certeza quando o torcedor ver o Rodrigo jogar, perceberá um goleiro mais maduro e experiente, que é normal para um goleiro, do que aquele Rodrigo de 2010 e 2011. E em relação ao Dieguinho, este era um jogo que pedia um meia com as características que o jogador possui, de infiltração, que entra muito entre os volantes e zagueiros e sabíamos que a possibilidade de entrar na defesa do Fluminense era por esse setor. Mas acho que o Gonçalves fez uma boa partida, não teve culpa nos gols e o Álvaro também, no meu entendimento, não deixou muito a desejar”, avaliou o comandante.

                                     Série C

O foco agora passa a ser único na estreia da terceira divisão do Campeonato Brasileiro. Neste domingo, 27, às 16h, o Tupi enfrenta o Macaé, em Juiz de Fora. Para o técnico do Tupi, o período entre a eliminação da Copa do Brasil e a partida de domingo deve ser utilizado principalmente  para passar tranquilidade aos jogadores, visto que o torneio é a prioridade do clube na temporada.

“Não adianta ficar lamentando agora. A Copa do Brasil era uma realidade de disputa para o Tupi? Sim, mas o objetivo principal de todos é a Série C, até porque o Tupi já teve uma experiência não muito boa em 2012, então a gente sabe que será uma responsabilidade muito grande. Foi meu papo com os jogadores depois do jogo, temos que tirar de lição e aprendizado várias situações, mas é jogar por ralo abaixo essa derrota e a partir de amanhã já pensar no Macaé, porque é uma competição que é longa, mas você não pode iniciar mal”.

Texto de Bruno Kaehler

Foto: Toque de Bola


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