08 jan 2014

Tupi perde para o Friburguense: sinal amarelo?



É bom perder em jogos que não valem pontos para enxergar os erros ou é preocupante ser derrotado duas vezes consecutivas a pouco tempo da estreia em competição oficial?

Este é o dilema do torcedor do Tupi diante de mais uma derrota da equipe em jogo-treino (ou amistoso, difícil definir. Nesta terça-feira, 7, por exemplo, os jogadores do Friburguense vestiram coletes, enquanto o sub-20 do Atlético Mineiro estavam com camisas numeradas). O time juiz-forano estreia dia 26, diante do América, no Estádio Independência, em Belo Horizonte.

Depois de perder para o sub 20 do Galo de BH por 3 a 2, a derrota para o Friburguense foi por 3 a 1, novamente no ensolarado estádio Municipal Radialista Mário Helênio. Outra diferença foi no banco de reservas. No dia 30, o comando ficou por conta do auxiliar técnico Valteir. Nesta terça, estava de volta Wilson Gottardo, depois de uma viagem aos Estados Unidos.

“Vamos jogar”!, foi a frase mais ouvida, especialmente no primeiro tempo, pelo treinador, à beira do campo. Gottardo deu muitas broncas no lateral-direito Maxuel, que também não caiu nas graças dos torcedores. Chamou o experiente Henrique para conversar e tentar orientar o melhor posicionamento do time. Preocupou-se com Núbio Flávio, que estava executando uma função tática diferente, a seu pedido.

Em campo, com mais de uma hora de atraso, a equipe que começou a atividade tinha quatro mudanças em relação ao primeiro jogo-treino. O camisa 1, desta vez, foi Jordan. O companheiro de Fabrício Soares foi Hélder. Na lateral-esquerda, entrou Lucas. E como meia ofensivo, Lee foi o escolhido – diante do Atlético, começaram atuando nestas posições Douglas Borges, Rafael Vítor, Magnum e Raphael Toledo.

A escalação inicial reuniu Jordan; Maxuel, Hélder, Fabrício Soares e Lucas; Felipe Lima, Henrique, Sidinei e Lee; Núbio Flávio e Da Silva.

No primeiro tempo, Lee alternou boas jogadas com passes errados. Poucas chances foram criadas e o Friburguense saiu na frente em jogada trabalhada por Marcelo e Sérgio Gomes, concluída em cabeceio de Rômulo Cabral, aos 43.

As primeiras mexidas foram, no início da etapa final, as saídas de Maxuel e Lee para as entradas de Fabrício Isidoro e Juninho. Em boa jogada de Da Silva, Henrique empatou, concluindo já bem próximo do goleiro, aos oito minutos.  Três minutos depois, em toque de mão assinalado apesar dos protestos alvinegros, Jorge Luís cobrou a falta com perfeição, no ângulo superior direito de Jordan. Ainda houve tempo para, já nos minutos finais, aos 39, a equipe fluminense ampliar com Ziquinha.

Se no primeiro tempo do encontro com o Atlético a velocidade no contra-ataque foi o fator positivo, desta vez não houve muito para elogiar. O time, em formação, esteve desentrosado e encontrou muita dificuldade para criar jogadas ofensivas e ameaçar os visitantes.

No extra-campo, o volante Genalvo teve a volta ao clube confirmada oficialmente e o lateral Thiaguinho deu declarações sobre vencimentos atrasados que estariam impedindo sua permanência em Santa Terezinha.


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