09 dez 2013

Vôlei UFJF: 3 ponteiros devem ser mantidos contra Brasil Kirin



  A derrota por 3 a 0 para o Canoas, no sábado, 7, complicou a situação da UFJF na busca por uma vaga nos playoffs. O time ocupa a décima colocação, com oito pontos, três a menos que o Vivo/Minas, que está na oitava colocação. O próximo desafio já é nesta sexta-feira, 13, diante do Vôlei Brasil Kirin, em Campinas, às 19h. Para esse jogo, o técnico Chiquita deve manter o mesmo esquema utilizado no jogo contra o Canoas, com três ponteiros e sem a presença de um oposto. Segundo o treinador, é preciso recuperar o percentual dos opostos De Paula e Daniel Maciel, que caíram de rendimento.

 Faltou concentração

  O técnico Chiquita surpreendeu na escalação da UFJF para a partida diante do canoas. Sacou o oposto De Paula da equipe e colocou o time com um novo esquema pela primeira vez na temporada. Com Hugo, Reffati e Deivisson atuando,  a UFJF entrou com três ponteiros para melhorar a qualidade do passe. E as mudanças pareciam surtir efeito. No primeiro set, a Federal chegou a abrir cinco pontos de vantagem no placar, mas não conseguiu segurar e tomou a virada em 21 a 19.  No segundo set, a situação se inverteu. Foi o Canoas que começou melhor e abriu vantagem . Com a entrada de Rivoli no levantamento, o time melhorou, buscou a reação, chegou a empatar, mas mais uma vez no fim, perdeu o set, por 21 a 19.

Já o terceiro set foi um festival de erros, uma equipe apática que demonstrou ter sentido a perda dos sets anteriores. Resultado: 21 a 14 e vaias vindas da arquibancada da Arena UFJF.

Para Chiquita, as mudanças foram boas para o time, mas novamente faltou concentração na hora de definir. “Faltou concentração no final dos sets. A situação tática que foi criada ao meu ver foi muito boa, nós conseguimos estabilizar o nosso passe, rodar a nossa bola, até um certo ponto, até porque eu treinei dois dias e eu preciso trabalhar melhor, porque eu tenho outras alternativas, não é só essa”, falou.

O central Jardel disse que o time teve raça nos dois primeiros sets, mas que o fato de não terem fechado os parciais mexeu com o grupo.

“Achei que nos dois primeiros sets a gente tava bem aguerrido. No primeiro set a gente perdeu em duas bolas, no final do set, no detalhe e no segundo set a mesma coisa. Agora, no terceiro set deu uma baixa, pela situação que foram as perdas dos dois primeiros sets. Mas é continuar trabalhando, a gente tem buscado, tem treinado, não falta empenho nos treinamentos, essa garotada está trabalhando para amadurecer e conseguir solucionar esses problemas”.

Vaias na Arena

Em três temporadas de Superliga, a torcida da UFJF tem jogado junto com o time, mesmo nas derrotas. No jogo do último sábado, mesmo não lotando, a torcida compareceu em bom número. Depois de apoiar nos dois primeiros sets, os torcedores se calaram no terceiro, diante de uma Federal que não buscou o resultado. Ao fim do jogo, as vaias puderem ser ouvidas pelos jogadores na quadra.

Jardel comentou que a torcida está no seu direito e que cabe ao elenco trabalhar em cima das críticas, para voltar a vencer. “A torcida vem aqui, apoia, ela quer buscar a vitória e a gente também. N[os temos que assimilar essas críticas, porque críticas são positivas, fazem a gente crescer e é trabalhar, tentar buscar a vitória nesse último jogo do turno e temos todo o returno pela frente para buscar os nossos objetivos”, falou o central.

O próximo jogo diante do torcedor pela Superliga está previsto só para o dia 7 de janeiro, contra o Sada/Cruzeiro, pela terceira rodada do returno.

Opostos em baixa

Titular desde o inicio da Superliga, De Paula perdeu a posição pela primeira vez. Para o lugar dele, o substituto imediato Daniel Maciel também não vem agradando ao treinador da Federal. De acordo com Chiquita, os dois estão muito abaixo do normal deles e é preciso recuperar esses jogadores, porque é uma posição importante para o time.

“Eu estou com problema em relação a posição 2, saída de rede com relação de ataque, os meus opostos não estão com o percentual alto para poderem ajudar. É uma posição que está sendo crucial pro time. Infelizmente, eu estou com os dois opostos, em um nível baixo, teve uma variação muito grande em que eles não estão rendendo o que rendiam no inicio da temporada, nos amistosos, em alguns jogos do Mineiro. Eu não posso dizer que um jogador que é internacionalmente, passou 10 anos fora do país, jogando em equipes grandes, desaprendeu a jogar, ele sabe jogar, só que a pressão em cima dele está fazendo com que ele não renda”, disse o treinador.

Esquema mantido para sexta

Com pouco tempo para treinar até o jogo desta sexta contra o Brasil Kirin, Chiquita destacou que esse esquema com três ponteiros será mantido e que para o returno outras opções serão testadas.

“Uma alternativa é essa com três ponteiros e aí criar uma situação melhor de bloqueio, de contra-ataque, de saque. Essa é uma alternativa, há outras. Agora nós vamos trabalhar essa e outras para o segundo turno. Para sexta-feira, 13, nós temos pouco tempo para treinar, então eu vou insistir nessa e trabalhar a função dos nossos opostos, porque eles têm que voltar ao seu percentual”.

Texto: Mari Sequeto

 


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