09 set 2013

Técnico de última hora lamenta atitude de massagista, mas crê em ´justiça divina´



O lance da invasão de campo do massagista Esquerdinha, da Aparecidense, no sábado, 7, não para de repercutir pelos mais variados veículos de imprensa do Brasil. Para jogadores, diretoria e comissão técnica do Tupi, o lance será difícil de ser esquecido, já que seria a classificação do Carijó para as quartas-de-final do Campeonato Brasileiro da Série D.

No jogo decisivo, quem comandou a equipe à beira do gramado, foi Júlio Cirico, substituindo o suspenso Felipe Surian, que assistiu a partida das arquibancadas. No momento do lance, Cirico correu atrás do massagista e voltou ao banco de reservas, inconsolável.

Ao término do jogo, Júlio conversou com o Toque de Bola e criticou admitiu não ter visto se a bola entrou, mas criticou o ato do membro da comissão técnica da Aparecidense.

“Lamentável. É um trabalho que vem sendo feito para um indivíduo desses chegar e fazer o que fez. Na minha opinião, tinha que sair preso. Envolve muita coisa. Na posição que eu estava no gramado, não deu para ter a certeza se a bola entrou ou não, mas a nossa esperança, independente de ter sido gol ou não, é ganhar no tribunal. Não é possível que não vão fazer nada com essas imagens correndo o Brasil todo”, lamentou.

Outro ponto destacado pelo auxiliar técnico foi o vestiário logo após o fim do jogo. Segundo ele, o clima era muito pesado e uma revolta generalizada, mas sempre acreditando que a Diretoria do clube faria o possível para que o Tupi se classificasse.

“A diretoria tranquilizou a gente já no vestiário, que irão tomar as devidas providências. Eles são competentes, acreditam na Justiça. Eu acredito mais ainda na justiça divina. Nosso sentimento logo após o jogo era de raiva, todos querendo ir resolver na força. Mas temos que ter tranqüilidade, o futebol mexe com a gente, acreditamos que vamos conseguir essa classificação”.

Logo após impedir o gol de Ademilson, aos 44 minutos da etapa complementar, Esquerdinha conseguiu correr e chegar ao vestiário, antes que os jogadores do Tupi o alcançassem. Para Cirico, Deus iluminou o massagista, que poderia ter sofrido danos maiores, caso estivesse ficado no gramado.

“Esse indivíduo correu sério risco de ter um problema ainda maior, a sorte dele é que conseguiu chegar a tempo ao vestiário, porque nós somos humanos, no momento da raiva poderia ter acontecido uma tragédia aqui, uma briga generalizada. Foi Deus quem iluminou e fez com que ele chegasse em segurança”, declarou o auxiliar.

A Diretoria Carijó promete máximo empenho para ganhar os pontos da partida, não se contentando com a anulação do jogo.

Texto: Igor Rodrigues


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2 Respostas to “Técnico de última hora lamenta atitude de massagista, mas crê em ´justiça divina´”

  1. marcelo rizzato
    10/09/2013 às 14:41

    É ISSO.
    DEPOIS QUE O TOQUE DE BOLA DIVULGOU A SÚMULA, FICA COMPROVADO A NECESSIDADE DE SE DAR OS PONTOS DA PARTIDA AO TUPI, POIS O JUIZ DA PARTIDA DECLAROU QUE A BOLA ENTRARIA E FOI IMPEDIDA PELO MASSAGISTA DA APARECDIDENCE.
    VAMOS MORALIZAR AS COISAS, MUITO MAIS DO QUE UMA ATITUDE ANTIESPORTIVA, EXISTE O LADO DO MORAL E DA ÉTICA.
    ” NÃO É POR ISSO QUE ESTAMOS INDO PARA AS RUAS “,O EXEMPLO TEM QUE SER DADO SENÃO……..

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