04 jul 2013

Veja como foi o primeiro treino aberto da UFJF



De cara nova, a equipe de vôlei da UFJF realizou o primeiro treino da temporada 2013/2014 nesta quarta-feira, 3. O técnico Carlos Augusto “Chiquita”, que assumiu a equipe esse ano, comandou a atividade com os portões da Arena abertos para todos os torcedores interessados em conhecer o novo grupo.

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Chiquita aprova elenco e crê em boa temporada 

Ele explica que a escolha dos novos jogadores foi feita num consenso com toda a comissão técnica: “Nós tínhamos uma lista com vários nomes, o potencial dos jogadores e o que poderiam agregar ao clube. Muitos deles já trabalharam comigo em outros clubes, são jogadores experientes e que têm muito a acrescentar à equipe”, afirma.

Dos jogadores que participaram da temporada passada, oito foram mantidos pela comissão técnica e sete reforços foram trazidos. Para o levantador Danilo Gelinski, uns dos remanescentes, as mudanças não irão atrapalhar no entrosamento. “É normal essa troca de time ao final da temporada. O importante é que mantivemos uma base, então já existe um entrosamento natural. O pessoal também conhece como é o trabalho aqui em Juiz de Fora, quem está chegando agora está vindo para somar”, enfatiza.

Um dos reforços é o oposto De Paula, que já trabalhou com o técnico Chiquita e está de volta ao Brasil após 11 temporadas no exterior. Apesar disso, ele garante que não terá dificuldades para se adaptar ao estilo de jogo da equipe, pois já vem acompanhando o time há algum tempo. “Está mais do que provado (a qualidade do time) e mais do que na hora de atingir um ponto mais alto. Isso foi colocado para todos os jogadores na apresentação, eles aceitaram e querem chegar o mais alto possível”.

  Agora diretor-técnico, Maurício Bara reitera o discurso dos jogadores e revela que os objetivos continuam os mesmos da última temporada: chegar à final do campeonato mineiro e se classificar entre os oito melhores times da Superliga, que escaparam por pouco no último ano.

“No ano passado nós chegamos muito perto desses objetivos e não atingimos. Agora a gente chega com mais moral, com mais conhecimento de causa. Já sabemos os atalhos que nos levarão até esses objetivos e o principal deles é o trabalho. O trabalho e a dedicação do grupo junto com a comissão técnica”, declara.

Ele afirma que a nova função já tem surtido efeitos positivos nesse início de trabalho, principalmente, pela sua experiência dentro do voleibol. “Eu já passei por todas as funções dentro do vôlei. Fui preparador físico, coordenador, treinador, auxiliar técnico. Só de poder auxiliar os profissionais e ser um ponto de referência para eles em termos de planejamento eu já tenho visto um ponto positivo. Mas isso só o tempo irá dizer. Ao final da temporada a gente pode conversar novamente e saber como foi o andamento real, mas já tem sido proveitoso desde já”.

 Relação com a torcida

A torcida de Juiz de Fora é conhecida por sempre lotar a Arena UFJF e apoiar o time durante toda a competição. A relação com os jogadores é bem próxima, tanto nos treinos, como nas ruas e até mesmo nas redes sociais, como destaca Gelinski: “A torcida sempre foi muito importante para nós. Nos jogos em casa sempre nos empurrou e foi fundamental para a gente. Tem um pessoal que já adicionou no Facebook, a gente conversa às vezes. Outros vêm em todos os jogos, cumprimentam a gente na rua e isso é muito bacana. Tenho certeza que os que estão chegando agora vão gostar muito.”

De acordo com Bara, a presença da torcida nos treinamentos é importante para criar uma unidade com o time. “Esse calor da torcida é fundamental. Nossos treinos são em horário comercial e podemos ver aqui um público até superior a alguns jogos de quando a gente atuava em campeonatos antes de entrar na Superliga. É gratificante ver pessoas que nos acompanharam durante todo esse tempo”.

Acompanhada da filha, a professora Adriana Baio era uma das torcedores presentes na Arena UFJF. Juntas, elas costumam a ir a todos os jogos da equipe e, quando possível, aos treinamentos. A relação é tão próxima que ela trata os atletas como amigos. “Desde a primeira participação da UFJF na Superliga que acompanhamos o time. Agora tem muita gente nova por causa das contratações. Alguns que a gente gosta muito ficaram, como o Gelinski e o Japa, outros saíram, mas tenho certeza que vamos fazer novos companheiros”, afirma.

Texto e informações: assessoria – Secom UFJF

Foto: Gabriel Sant’Anna – Secom UFJF


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