15 jul 2011

ADJF/Vianna Jr. perde e disputa terceiro lugar



Juiz de Fora (MG), 15 de julho de 2011

A equipe do ADJF/Vianna Jr. perdeu para Maringá (PR) por 39 a 20, nesta sexta-feira, 15, pela Copa Brasil de Handebol Masculino, disputada no ginásio da Faculdade de Educação Física (Faefid), na UFJF. Depois de um primeiro tempo equilibrado (17 a 12), na segunda etapa os convidados deslancharam no placar.

Neste sábado, 16, pela manhã, o representante local na competição vai disputar o terceiro lugar, às 10h30, cotra Niterói Rugby. A final tem início marcado para o meio-dia, entre Maringá e Blumenau, e a premiação será logo após a última partida. A rodada começa às 9h, com a disputa de CEPE Caxias e Codesp. O sétimo lugar ficou com o a equipe de Rio Branco, do Acre.

A contusão, ainda na metade do primeiro tempo, do juiz-forano Guilherme, que sofreu um choque na clavícula e foi encaminhado a um hospital para fazer exames, foi considerada pelo treinador Cláudio Humberto um dos fatores que pesou no resultado elástico.

ADJF/Vianna Jr. contou com Plínio, Luciano, Pablo, Everton “Coca”, Guilherme, Talisson, Jorge Henrique, Evandro “Cabelim”, Júnior Cubano, Gláucio, Pedro Panda, Pancini, Wendel e Felipe “Robinho”.

A partida começou equilibrada, seguiu empatada em 3 a 3, com bons aproveitamentos dos ataques. Com o tempo, a equipe de Maringá mostrou “mais volume de jogo”, como definiu o treinador juiz-forano, e abriu vantagens, também aproveitando-se do fraco rendimento nas finalizações, falha também admitida pelos locais, em 9 a 4, já sem Guilherme, contundido, depois 11 a 7. Uma pequena reação local, 9 a 11, foi a menor diferença de gols entre as duas equipes até o final da partida. O primeiro tempo terminou 17 a 12.

Desde o início da etapa final, Maringá mostrou que não pemitiria a reação juiz-forana. “Até aproveitamos para lançar jogadores do banco, para dar ritmo e também poupar alguns titulares”.

Para o técnico do ADJF/Vianna Jr., a saída de Guilherme da partida, contundido, foi determinante: “Ele é a nossa referência de ataque, vinha sendo o artilheiro da Copa Brasil, e como preocupa o adversário, a marcação sobre ele libera outras posições. Sem ele, perdemos muito.” O outro aspecto considerado é o maior volume de jogo do Maringá. “A escola do Sul do País é outra coisa. Para que a gente pudesse vencer uma partida como essa, seria necessário errar o mínimo e o adversário não estar bem. Erramos muitas finalizações, e como eles têm mais volume de jogo aproveitam-se melhor dos erros. Aí, com o placar dilatado, o emocional pesa”, avalia Claudio Humberto.

O resultado não desamina. “Entramos para ficar entre os quatro primeiros. Conseguimos. Agora é levantar o ânimo e disputar o terceiro lugar, que é uma partida que começa difícil, porque as equipes perderam as semifinais. É o segundo ano consecutivo que disputamos a Copa Brasil. Se conseguirmos disputar todo ano uma competição como essa, com o tempo também ganhamos volume. Precisamos enfrentar mais equipes do Sul, eles têm outra cultura, um trabalho de base muito sério”.

Mais cedo, nesta sexta, em jogo decidido na prorrogação, o AABB de Rio Branco, do Acre, superou Cepe Caxias (RS) por 31 a 29, depois de empate em 25 a 25 no tempo regulamentar. No último jogo da noite, Blumenau, que conta dois jogadores da seleção brasileira, bateu Niterói Rugby por 33 a 28.

 


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