29 maio 2011

Argentina dá o troco e “devolve” os 3 a 2 no vôlei



Juiz de Fora, 29 de maio de 2011

Mais uma vez, Brasil e Argentina fizeram um jogo emocionante e bem disputado tecnicamente. No entanto, neste sábado, 28, a seleção brasileira juvenil masculina não conseguiu superar os hermanos e foi derrotada, de virada, por 3 sets a 2 (25/21, 25/21, 21/25, 20/25 e 12/15), em 2h11, no ginásio de Educação Física da Universidade Federal, em Juiz de Fora (MG).

Neste domingo, 29, a partir das 19h, as seleções voltam a duelar no terceiro jogo da série amistosa. No primeiro confronto, na sexta-feira, o Brasil venceu, de virada, por 3 sets a 2. Os confrontos fazem parte da preparação das equipes para a disputa do Campeonato Mundial da categoria, que será disputado no Rio de janeiro, entre os dias 1º e 10 de agosto. O Brasil é o atual campeão mundial juvenil e lutará pelo quinto título da história (93, 01, 07 e 09).

O Brasil jogou desfalcado de quatro jogadores essenciais na vitória no primeiro amistoso. O levantador Vitor Gelli, com dores no joelho direito; o central Rafael Guimarães, com dores no ombro; o ponterio Lucas Loh, com uma pequena torção no tornozelo direito; e o central Bernardo, com uma fadiga na coxa, não puderam atuar.

Mesmo assim, o treinador Leonardo de Carvalho elogiou o desempenho do grupo nos sets iniciais. “Nas duas primeiras parciais tivemos uma atuação excepcional. A Argentina, como no primeiro jogo, errou muito pouco e apresentou um excelente volume de jogo. No terceiro set, demos uma relaxada. No quarto, tivemos a chance de fechar a partida e não conseguimos. No tie-break, começamos muito mal, perdendo por 8/2. Chegamos a encostar e marcar 8/7, mas, no final, a Argentina foi melhor”, avaliou o técnico do Brasil.

Para a terceira e última partida desta série amistosa, o técnico espera que o time continue apresentando um bom voleibol. “Este jogo teve um alto nível técnico. Temos que continuar jogando neste nível o tempo inteiro, com regularidade. Não podemos ter oscilações, como aconteceu hoje conosco e, ontem, com a Argentina”, destacou Leonardo de Carvalho.

O Brasil começou a partida com a seguinte formação: Quaresma, Rafael Araújo, Hugo, Lucarelli, Otávio e Matheus. Líbero – Kachel. Depois, entraram: Marcelo Hister, Renan, Lucas Loh e Victor Hugo.

Depois dos amistosos contra a Argentina, o Brasil treinará durante duas semanas no Aryzão, o Centro de Desenvolvimento do Voleibol, em Saquarema (RJ), para, em seguida, fazer mais uma excursão pela Europa. O time enfrentará a Rússia, atual campeã européia, e a Sérvia, equipe que, em 2009, quando jogou a categoria infanto-juvenil, foi campeã mundial.

Liga Mundial: Vitória que vale liderança

San Juan, 28 de maio de 2011

Com uma formação bem diferente da estreia, o Brasil repetiu o resultado e conquistou, na noite deste sábado, 28, sua segunda vitória na Liga Mundial de Vôlei 2011. O time brasileiro derrotou Porto Rico por 3 sets a 0 (25/19, 31/29 e 25/23) no Coliseu Roberto Clemente, em San Juan, e garantiu a liderança do Grupo A.

O oposto Hector Soto, capitão de Porto Rico, foi o maior pontuador do confronto, com 18 pontos. Pelo lado brasileiro, o ponteiro João Paulo Bravo, com 15, foi quem mais pontuou.

“Ao contrário do primeiro jogo, cometemos muitos erros nesta partida”, analisa o técnico Bernardinho. “Optamos por dar oportunidades a alguns atletas que não jogaram na primeira partida e com isso corremos alguns riscos. Mas é importante dar condição de jogo a todos para que tenhamos todas nossas peças à disposição para a sequência da Liga Mundial. Não somos a equipe mais forte no aspecto físico, então precisamos estar bem nas partes técnica e tática”, completa o treinador.

O Brasil iniciou a partida com Marlon, Theo, Gustavo e Sidão nos lugares de Bruno, Leandro Vissotto, Rodrigão e Lucas. Desta forma, apenas os ponteiros Giba e João Paulo Bravo e o líbero Serginho se mantiveram na equipe titular para o segundo confronto com os porto-riquenhos.

“Fiquei muito feliz por ter tido a oportunidade de começar jogando, pois pude entrar no jogo de sexta e não fui bem. Desta vez consegui jogar melhor e ajudar a equipe. Infelizmente cometemos alguns erros, por desajustes e desatenção, e complicamos a partida, mas o importante é que conseguimos o resultado que queríamos”, conta o oposto Theo, que anotou 11 pontos.

Com as duas vitórias, o Brasil termina a primeira semana da Liga Mundial com seis pontos conquistados e lidera sozinho o Grupo A. Polônia e Estados Unidos, que também jogaram duas vezes, com uma vitória para cada lado, têm três pontos. Porto Rico ainda não pontuou na Liga Mundial 2011.

No próximo final de semana, o Brasil jogará pela primeira vez em território nacional na temporada 2011. No SÁBADO (04.06) e no DOMINGO (05.06), o time eneacampeão enfrentará a Polônia, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro. Na SEXTA-FEIRA (03.06) e no sábado, Porto Rico e Estados Unidos medirão forças em San Juan.

O JOGO

Aproveitando erros da equipe caribenha, o Brasil logo abriu 3/0 no início do jogo aos um ataque para fora de Soto. Pouco depois, Gustavo mostrou sua velha eficiência no bloqueio e aumentou a vantagem brasileira: 9/4. No fim, o mesmo Gustavo atacou em velocidade para dar números finais ao set: 25/19.

O começo do segundo set foi bem diferente e o Brasil foi para o primeiro tempo técnico com a vantagem mínina: 8/7. Vindo do fundo, o capitão Giba deu ao Brasil dois pontos de diferença em 10/8. Na reta final, as equipes se alternaram na liderança do marcador, mas no fim, após uma sequência emocionante, Sidão bloqueou par dar a vitória ao Brasil com 31/29.

Na terceira parcial, quem saiu na frente foi Porto Rico, que fez 4/2. Com um ponto de bloqueio e outro no contra-ataque, Gustavo colocou o Brasil em vantagem, com 8/7. O Brasil chegou a ter 13/10, mas Porto Rico reduziu a diferença e chegou a empatar no vigésimo ponto. No fim, um erro de ataque dos caribenhos definiu a vitória brasileira em 25/23.

EQUIPES

BRASIL – Marlon, Theo, Giba, João Paulo Bravo, Gustavo e Sidão. Líbero – Serginho

Entraram – Lucas, Bruno e Leandro Vissotto

Técnico – Bernardinho

PORTO RICO – Perez, Soto, Jose Rivera, Victor Rivera, Muñiz e Escalante. Líbero – Joel Rivera

Entraram – Erazo e Figueroa

Técnico – Carlos Cardona

Outros resultados

Também pelo Grupo A, os Estados Unidos devolveram a derrota da estreia e fizeram 3 a 0 (25/22, 25/19 e 37/35) na Polônia, jogando fora de casa, em Lodz. O ponteiro norte-americano Priddy marcou 17 pontos e só foi superado pelo oposto polonês Bartman, que assinalou 21.

Na chave B, a Rússia conquistou sua segunda vitória em casa ao bater o Japão por 3 sets a 1 (22/25, 25/19, 25/12 e 25/12) em Ufa, com 14 pontos do central Muserskiy. No outro jogo do grupo, a Alemanha venceu a Bulgária fora de casa, em Varna, por 3 sets a 2 (21/25, 25/18, 25/21, 15/25 e 15/10), com 14 pontos de Kromm.

No Grupo C, Sérvia e Portugal venceram na primeira rodada. Os europeus bateram a Argentina, em Rosário, por 3 a 0 (25/14, 25/21 e 25/22), com 12 pontos de Stankovic, enquanto os lusos, que voltam à competição, passaram pela Finlândia em cinco sets (23/25, 27/25, 25/21, 24/26 e 15/13), em Povoa de Varzim. O finlandês Oivannen Mi marcou 32 pontos.

Na chave D, a Coreia do Sul surpreendeu Cuba e derrotou os caribenhos por 3 sets a 0 (25/20, 29/27 e 25/18), em Suwon, com 20 pontos de Jeon.

Giba completa 150 vitórias na Liga Mundial

Capitão do Brasil e atleta do grupo atual com maior número de participações na Liga Mundial de Vôlei, o ponteiro Giba alcançou neste SÁBADO (28.05), em San Juan, sua vitória de número 150 na história da competição. O atacante brasileiro já disputou 176 partidas, começando em 1997, e tem aproveitamento superior a 85% na competição internacional.

“Não sou muito ligado nesta coisa de números, mas estes mostram que o aproveitamento é bom isso me deixa feliz”, afirma Giba, que jogou pela primeira vez na seleção como líbero e já assinalou 1.756 pontos na Liga Mundial.

“O mais importante é que conseguir sair de San Juan com os seis pontos, que são fundamentais na classificação, e que eram a nossa meta”, completa.

O capitão brasileiro enalteceu a evolução porto-riquenha em relação à primeira partida, mas também destacou o alto número de erros (22) cometidos pelos brasileiros.

“Foi um jogo bem complicado, principalmente porque erramos muito mais do que no primeiro confronto, mas também porque a defesa de Porto Rico funcionou melhor. Nos dois sets que foram mais apertados, nossa experiência foi decisiva”, avalia o camisa sete do Brasil.

Textos e foto: Assessoria de Imprensa – CBV

 

 

 


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